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domingo, 23 de setembro de 2007
Músculos do Dorso
Resumo de Biomecânica
1 - CONDIÇÕES DE EQUILÍBRIO ESTÁTICO
Um corpo submetido à ação de forças pode estar em repouso, em movimento de translação, em movimento de rotação, ou em movimento que seja a combinação de translação e rotação.
Se o corpo estiver em movimento sem rotação, a soma dos torques produzidos por todas as forças externas em relação a um ponto qualquer deve ser nula.
Diz-se que o corpo está em equilíbrio estático se a soma das forças externas e de seus torques forem nulas, isto é,
A soma das forças externas, a primeira equação, pode ser decomposta em soma das componentes em x e y:
A ação da Terra sobre os corpos na sua superfície se estende às partículas e às moléculas que os constituem. Assim , a força peso não atua numa única partícula, mas em todas, e a resultante P é a soma dessas forças. Existe, entretanto, em todos os corpos, um único ponto em relação ao qual o torque de sua força peso é sempre nulo. Tal ponto é conhecido como centro de gravidade CG do corpo. Uma conseqüência imediata é o fato de que o ponto de aplicação da força peso resultante sobre o corpo é o centro de gravidade.
A COLUNA VERTEBRAL
Os ossos fornecem o principal suporte estrutural para o corpo (Fig. 2.20). Exames desta figura mostram que a área seccional transversal dos ossos de suporte geralmente aumentam da cabeça para os pés. Estes ossos fornecem um suporte para os músculos adicionais e tecidos contidos no corpo quando ele se move para baixo.
A coluna vertebral é dividida em quatro partes: sete vértebras cervicais, logo abaixo da caixa craniana, doze vértebras torácicas, seguidas de cinco vértebras lombares, que estão imediatamente acima do sacro contendo o cóccix. A ordenação das vértebras é de cima para baixo; assim, a primeira vértebra cervical está sustentando a cabeça e a quinta vértebra lombar é a última antes do sacro, que, por sua vez, está rigidamente ligado à pelve. A linha definida pela coluna de uma pessoa em pé não é reta, mesmo em posição normal, mas curva “em S” com variação de concavidade, como ilustra a Figura 2.21 . A coluna vertebral faz parte do esqueleto e participa da sustenção do corpo.
As vértebras são exemplos da capacidade de carregamento dos ossos. Note que as vértebras aumentam na espessura e área de seção transversal quando você vais da região do pescoço (cervical) para a região inferior (lombar). Uma área superficial maior é necessária para suportar a massa adicional do corpo acima de cada vértebra. Existem discos fibrosos entre as vértebras que amortecem as forças para baixo e os outros impactos na coluna vertebral. Entretanto, a pressão ( força/área) permanece aproximadamente constante para todos os discos. O disco rompe numa pressão de cerca de 107 Pa (100 atmosferas).
O comprimento da coluna vertebral pode encurtar o seu comprimento normal de cerca de 70 cm (homem) de até 1,5 cm durante o curso de um dia ativo. Isto não é permanente e o comprimento é restabelecido durante o sono noturno. Entretanto, a coluna vertebral encolhe permanentemente com a idade devido a osteoporose, que é particularmente comum em mulheres idosas. Osteoporose faz o osso enfraquecer e encolher. Isto é discutido no final deste capítulo.


A coluna vertebral tem uma curvatura normal para a estabilidade. Vista do lado direito a porção mais baixa da coluna tem a forma da letra “S” como mostrado na Fig. 2.21. Lordose, cifose e escoliose são desvios na forma da coluna. Lordose, muita curvatura, freqüentemente ocorre na região lombar. Uma pessoa com esta condição é algumas vezes chamada de “dorso curvado” (ver Fig. 2.22a). Cifose é uma curvatura irregular da coluna vertebral quando vista de lado; freqüentemente ela leva a uma corcunda atrás. Uma pessoa com esta condição é freqüentemente referida como “corcunda”. (Fig 2.22b). Escoliose é uma condição a coluna curva na forma de “S” quando vista de trás (Fig. 2.22c). Postura normal é mostrada na Fig. 2.22d.
A curvatura da lordose lombar é determinada pelo ângulo lombossacral, que é o ângulo definido entre a linha horizontal e a superfície superior do sacro. Normalmente o ângulo lombossacral é cerca de 30º. Uma inclinação para frente aumenta o ângulo, enquanto que uma inclinação para trás o diminui, como mostra a Figura 2.22. A curvatura anômala da lordose lombar pode causar dores na parte inferior das costas. Seu desvio do valor normal pode ser provocado por muitos fatores, entre os quais o enfraquecimento dos músculos flexores da bacia ou dos músculos abdominais.
Os principais músculos que comandam os movimentos para curvar as costas ou levantar objetos do chão são os músculos eretores da espinha. Eles ligam o íleo e a parte inferior do sacro a todas as vértebras lombares e a quatro vértebras torácicas. Observações de chapas de raios-X mostram que, durante uma flexão das costas, as forças dos músculos eretores da espinha podem ser representadas por uma única força sobre a coluna, considerada como um corpo rígido, num ponto a 2/3 do seu comprimento em relação ao sacro, e formando um ângulo de aproximadamente 12º com a mesma.
ESTABILIDADE NA POSIÇÃO VERTICAL
Um humano ereto visto de trás , o centro de gravidade (C.G.) está localizado na pélvis na frente da parte superior do sacro a cerca de 58% da altura da pessoa do chão. Uma linha vertical do cg passa entre os pés. Controles musculares pobres, acidentes, doenças, gravidez, condições de sobrecarga ou mudanças erradas de posturas mudam a posição do cg para uma localização não natural no corpo como mostrado na Fig. 2.24. Uma condição de sobrecarga (ou um abaixamento pronunciado) leva a um deslocamento para frente do cg, movendo a projeção vertical na base dos pés onde o balanço é menos estável. A pessoa pode compensar voltando-se ligeiramente para trás.
Para manter a estabilidade na posição vertical, você deve fixar a projeção vertical do seu cg dentro da área coberta pelo seus pés (Fig. 2.25a). Se a projeção vertical do seu cg cai fora desta área você cairá. Quando seus pés estão muito juntos (Fig. 2.25a) você está menos estável do que quando eles estão separados (Fig. 2.25b). Por outro lado, se o cg é abaixado, você torna-se mais estável. Uma bengala ou muleta também melhora sua estabilidade (Fig. 2.25c) . Comparando a estabilidade de um humano com os animais de quatro pernas, é claro que o animal é mais estável porque a área entre seus pés é maior que para os humanos de duas pernas. Assim é que se entende porque os bebês humanos levam cerca de dez meses antes de serem capazes de ficarem em pé enquanto um animal de quatro pernas consegue isto em cerca de dois dias, este último por uma condição necessária de sobrevivência.
O corpo compensa sua posição quando ergue uma mala pesada. O braço oposto move para fora e o corpo tomba para o lado do objeto para manter o cg apropriadamente colocado para o balanço. Pessoas que tiveram um braço amputado estão numa situação semelhante que uma pessoa carregando uma mala. Elas compensam o peso do seu braço restante curvando o torso; entretanto, curvatura continuada do torso freqüentemente leva à curvatura da coluna. Uma prótese comum é um braço artificial com uma massa igual ao braço perdido. Muito embora o braço falso não funciona, ele evita a distorção da coluna.
LEVANTAMENTO E AGACHAMENTO
A medula espinhal está envolvida e protegida pela coluna vertebral. A medula espinhal fornece o principal caminho para a transmissão dos sinais nervosos de e para o cérebro. Os discos separando as vértebras podem ser lesados; uma doença comum nas costas é chamada de “deslocamento de disco”. A condição ocorre quando as paredes do disco enfraquece e rasgam, levando a um inchaço que algumas vezes empurra contra os nervos que passam através dos buracos especiais (foramina) nos lados de cada vértebra. Repousos extensos, algumas vezes trações e cirurgias são terapias usadas para aliviar a condição.
Uma parte freqüentemente abusada do corpo é a região lombar (inferior das costas) mostrada esquematicamente na Fig. 2.26. As vértebras lombares estão sujeitas a forças muito grandes – aquelas resultantes do peso do corpo e também por qualquer força que você submete a região lombar por um levantamento indevido de peso. A Fig. 2.26 ilustra a grande força compressiva (rotulada po R) na quinta vértebra lombar (L5 na Fig. 2.26). Quando o corpo é curvada para frente em 60º da vertical e existe um peso de 225 N nas mãos, a força compressiva R pode atingir 3 800 N (aproximadamente seis vezes o peso do seu corpo).
Não é surpreendente que levantamento de objetos pesados nessa posição incorreta é suspeitado ser a principal causa das dores lombares. Desde que a dor lombar é muito séria e não muito bem entendida, os fisiologistas estão interessados em encontrar exatamente quão grande são as forças nas regiões lombares das costas. Medidas de pressão nos discos tem sido feitas. Uma agulha oca conectada a um transdutor de pressão calibrado foi inserida no centro gelatinoso de um disco invertebral. Esta máquina mediu a pressão dentro do disco. A pressão no terceiro disco lombar para um adulto em diferentes posições estão mostradas na Figura 2.27a e b. Mesmo mantendo-se ereto existe uma pressão relativamente grande no disco devido ao efeito combinado do peso e tensão muscular. Se o disco está sobrecarregado como pode ocorrer num levantamento impróprio ele pode se romper (ou deslizar), causando dor pela ruptura ou permitindo materiais irritantes do interior do disco sejam expostos.
FORÇAS NO QUADRIL E COXA
Os músculos glúteo médio, glúteo mínimo e tensor fascia femuris são os responsáveis pela força abdutora que controla o deslocamento não rotacional do fêmur (e da perna) em relação ao eixo mediano do corpo humano. Eles ligam o íleo ao grande trocanter do fêmur. A cabeça do fêmur, por sua vez, está alojada no acetábulo do osso ilíaco. A Figura 2.31 mostra um diagrama da perna direita e dos quadrís com as indicações das forças e as distâncias entre os pontos de aplicação de cada uma das forças.
Quando você está andando existe um momento quando somente um pé está no chão e o C.G. do seu corpo está diretamente sobre aquele pé. A Fig. 2.32a mostra as forças mais importantes atuantes naquela perna. Estas forças são 1) força vertical para cima no pé, igual ao peso do corpo P, 2) o peso da perna PL, que é aproximadamente igual a P/7; 3) R, a força de reação entre o fêmur e o quadril, e 4) T, a tensão no grupo muscular entre o quadril e o grande trocanter no fêmur, que estabelece a força para manter o corpo no balanço.
As várias dimensões e o ângulo mostrado na Figura 2.32 foram tomadas das medidas de cadáveres. Neste exemplo, T é cerca de 1,6 P (onde P é o peso do corpo) e existe uma força de reação (R) na junta do quadril igual a 2,4 P. A cabeça do fêmur para um homem de 70 kg tem uma força de cerca de 1 600 N sobre ele.
O que acontece quando há uma lesão no grupo muscular no quadril ou ferimento na junta do quadril? O corpo reage tentando reduzir as forças T e R. Ele faz isto inclinando o corpo de modo que o C.G. fique diretamente sobre a bola do fêmur e pé (Fig. 2.32b). Isto reduz a força muscular T para aproximadamente zero. A força de reação R é aproximadamente igual ao peso do corpo acima da junta mais a perna (ou 6P/7). R aponta verticalmente para baixo. Isto reduz a força T e R e ajuda o processo de cura. Entretanto, força de reação para baixo faz a cabeça do fêmur crescer para cima, enquanto a bola do fêmur na outra perna não muda. Eventualmente isto conduz a um crescimento desigual na junta do quadril e uma possível curvatura permanente da coluna.
O uso de muletas e bengalas reduz as forças nas juntas do quadril. A física do uso de uma bengala está mostrada esquematicamente na Fig. 2.32c. Nesta figura existem três forças atuando no corpo. – o peso P, a força Fc empurrando a bengala para cima, a força para cima no pé igual a P – Fc. Note que a bengala está na mão oposta ao quadril lesado. Sem a bengala, T = 1,6 P e R = 2,4 P como mostrado na Fig. 2.32a. A bengala reduz estas forças permitindo o pé mover da posição sob a linha central do corpo como na Fig. 2.32a para uma nova localização mais perto ao being sob a cabeça do fêmur e sem a curvatura da espinha como na Fig. 2.32b. Na Fig. 2.32c, a bengala está localizada 0,3 m da linha de projeção vertical do C.G.. Assumiremos que a bengala suporte cerca de 1/6 do peso do corpo. Para as condições dadas na Fig. 2.16c, T = 0,65 P e R = 1,3 P, que é uma redução maior que aquela mostrada na Fig. 2.32a. Embora a natureza humana leva-nos a ocultar nossos defeitos, o uso de uma bengala pode ajudar consideravelmente no processo de recuperação das lesões nas juntas dos quadrís.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Músculos Agonistas e Antagonista
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| Um estudo cinesiológico são os agentes principais na execução de um movimento. Geralmente são os músculos que se contraem ativamente, sendo que além daqueles que produzem movimentos, também são considerados agonistas os que se contraem para permitir a manutenção de uma postura. Um exemplo de músculo agonista é o glúteo médio no movimento de abdução da coxa. quando um músculo sofre uma contração com encurtamento,diz-se que ele é agonista para as ações articulares resultantes.Por exemplo, o tríceps do braço é um agonistas para a extensão do cotovelo.Alguns músculos são agonistas para mais de uma ação numa dada articulação;muitos tem uma ou mais ações sobre cada uma de duas ou mais articulações que eles por acaso atravessam. O bíceps do braço, por exemplo, é agonista para a flexão do cotovelo e supinação rádio-ulnar, e, além disso, é agonista para várias ações da articulação do ombro, devido a sua inserção proximal por duas cabeças da escápula.O agonista causa um movimento, algumas vezes, é denominado músculo principal do movimento. são aqueles que possuem ação anatômica oposta à dos agonistas, seja para regular a rapidez ou a potência desta ação. Usualmente os antagonistas são músculos que não estão se contraindo e que nem auxiliam nem resistem ao movimento, mas que passivamente, principalmente em atletas mais experientes e habilidosos, se relaxam permitindo a maior facilidade do movimento (Bompa, 1993). Um exemplo de músculo antagonista é o adutor magno na abdução da coxa. um antagonista é um músculo cuja contração tende a produzir uma ação articular exatamente oposta a uma ação articular dada de outro músculo especificado.Um músculo extensor é, potencialmente, antagonista de um músculo flexor. Assim, o bíceps do braço é antagonista do tríceps do braço com relação à extensão do cotovelo, e do músculo pronador redondo com relação a pronação rádio-ulnar. O bíceps do braço não é antagonista do músculo braquial, pois ele não se opõe a nenhum movimento para o qual o braquial seja agonista. O antagonista tem o potencial de se opor ao agonista, mas geralmente se relaxa enquanto o agonista trabalha.Quando o agonista se contrai ao mesmo tempo que o antagonista, ocorre uma co-contração. os quais podem ser conceituados como sendo os músculos que se contraem ao mesmo tempo dos agonistas, porém não são considerados os principais responsáveis pelo movimento ou manutenção da postura. é um termo usado por alguns autores para determinar o papel dos músculos agonistas secundários. A desvantagem deste termo é que, embora indique que um músculo está em ação, não especifica como essa ação ocorre. consistem no tipo mais conhecido de contração muscular. Caracterizam-se principalmente pelo encurtamento do músculo com tensão constante ao levantar uma carga (ibdem, ). Dividem-se em dois subtipos: as contrações concêntricas e as contrações excêntricas. As contrações isotônicas concêntricas são aquelas onde as extremidades aproximadas. Já com a contração isotônica excêntrica fenômeno oposto ocorre, ou seja, a resistência ao músculo (peso) supera a força muscular e as extremidades do músculo são afastadas. Na rosca direta este tipo de contração fica caracterizado quando o peso levantado volta a sua posição inicial, fazendo com que as extremidades do bíceps braquial sejam afastadas. neste tipo de contração o músculo produz força sem alteração macroscópica no ângulo da articulação, ou seja, não há mudança no comprimento do músculo. A sua aplicação se dá contra uma resistência (peso) irremovível como, por exemplo, uma parede, e sua finalidade normalmente é de manutenção da postura e estabilização das articulações. Na prática sugere-se trabalhar este tipo de contração com o número de 5 a 10 repetições, com o tempo de 5 a 7 segundos por contração e freqüência de 3 a 5 vezes por semana em um trabalho com 50% da força máxima. Neste tipo de contração a força gerada pelo músculo ao encurtar-se com velocidade constante teoricamente é máxima durante toda a amplitude do movimento (Fox, 2000). O trabalho com este tipo de contração normalmente exige um equipamento especial criado para permitir uma velocidade constante de contração, não importando a carga (Bompa, 1993). |
Fonte: http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/cinesio/agonista_antagonista.htm
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Guns N' Roses - Patience (Tradução)
Um, dois, um, dois, três, quatro
Derramei uma lágrima,
Porque estou sentindo sua falta
Ainda me sinto bem o suficiente para sorrir
Garota, eu penso em você todos os dias agora
Mas você acalmou minha mente
Não há duvida, você está em meu coração agora
Eu disse: mulher, pega leve,
Tudo vai se resolver bem por si mesmo
Tudo que precisamos é um pouco de paciência
Eu disse: doçura, vá com calma
E vamos ficar bem juntos
Tudo que precisamos é só de um pouco de paciência
(paciência)
Eu sentei aqui nas escadas
Pois eu quero ficar sozinho
Se eu não puder te ter agora,
Eu esperarei, querida
Às vezes, eu fico tão tenso,
Mas eu não posso acelerar o tempo
Mas você sabe, amor,
Há mais uma coisa para considerar
Eu disse: mulher, pega leve
As coisas vão ficar bem
Você e eu só temos que ter um pouco de paciência
Eu disse: doçura, não se apresse
Pois as luzes estão brilhando
Você e eu temos aquilo que é necessário
Para dar certo, não fingiremos
Nós não falharemos, nunca romperemos
Pois eu não suportaria
Precisa de um pouco de paciência, sim
Só um pouco de paciência, sim
Paciência, sim
Poderia ter paciência, sim
Tenha paciência, sim
Tudo que ganha é paciência
Só um pouco de paciência
É tudo que você precisa
Eu estive caminhando nas ruas à noite
Tentando ter certeza disso
É difícil ver com tantos por perto
Você sabe que eu não gosto de ficar preso na multidão
E as ruas não mudam, apenas os nomes, baby
Não tenho tempo para joguinhos
Porque preciso de você
Sim, sim, mas eu preciso de você
Uhh, eu preciso de você
Uhh, eu preciso de você
Toda hora
by: nana-chan (rose)
| Guns N' Roses - Pa... |
(whistle)
Shed a tear 'cause I'm missin' you
I'm still alright to smile
Girl, I think about you every day now
Was a time when I wasn't sure
But you set my mind at ease
There is no doubt
You're in my heart now
Said, woman, take it slow
It'll work itself out fine
All we need is just a little patience
Said, sugar, make it slow
And we come together fine
All we need is just a little patience
(patience)
Mm, yeah
I sit here on the stairs
'Cause I'd rather be alone
If I can't have you right now
I'll wait, dear
Sometimes I get so tense
But I can't speed up the time
But you know, love
There's one more thing to consider
Said, woman, take it slow
And things will be just fine
You and I'll just use a little patience
Said, sugar, take the time
'Cause the lights are shining bright
You and I've got what it takes
To make it
We won't fake it,
I'll never break it
'Cause I can't take it
...little patience, mm yeah, mm yeah
need a little patience, yeah
just a little patience, yeah
some what patience, yeah
need some patience, yeah
could use some patience, yeah
gotta have some patience, yeah
all it takes is patience,
just a little patience
is all you need *
I been walkin' the streets at night
Just tryin' to get it right
Hard to see with so many around
You know I don't like
Being stuck in the crowd
And the streets don't change
But baby the name
I ain't got time for the games
'Cause I need you
Yeah, yeah, why I need you
Oo, I need you
Whoa, I need you
Oo, all this time **
(ah)
()-whispered*Background Vocals**Main Vocals
domingo, 9 de setembro de 2007
Músculos Quadril - Inserção
Psoas Maior, Menor /Piriforme/quadrado femoral / Gêmeos (Sup. e Inf.) e Obturador interno
domingo, 2 de setembro de 2007
Avaliação Postural - Tabela
Veja que poderemos realizar dois tipos de avaliação: a quantitativa e a qualitativa. Neste livro só iremos abordar a qualitativa, pois não necessita de grandes equipamentos, nem tão pouco cálculos matemáticos, mas seguramente deverá ter o executante da análise uma boa sensibilidade e domínio das variações.
A proposta deste capítulo é apenas identificar as alterações posturais e classifica-la quanto à gravidade, desta forma possibilitando aos profissionais competentes uma abordagem mais segura na prescrição dos exercícios.
O objetivo principal desta análise é observar as acentuações e retificações das curvaturas da coluna, acentuações nas mobilidades articulares, desnivelamento de cinturas, projeções de determinadas regiões e qualquer outra alteração acima da normalidade.
Para se fazer uma boa avaliação postural qualitativa, deve-se ter alguns princípios:
1. possuir um bom referencial de alterações postural, como um retináculo ou similar para desníveis;
2. O avaliado deverá possuir a menor quantidade de roupa possível, ou seja, para homens calção de banho (sunga) e mulheres sunquini ou biquíni.
3. possuir um ângulo de visão de não ultrapasse alguns metros para não perder a definição das alterações;
4. Inicia-se com o avaliado na posição posterior para o avaliador com os pés próximos;
5. A avaliação inicia-se sempre de baixo para cima, ou seja observando os calcanhares até atingir a cabeça;
6. Depois se posiciona o avaliado em qualquer perfil, para depois observar o outro;
7. Por último, o perfil anterior, sempre com a mesma estratégia, ou seja, de baixo para cima;
8. Anotam-se todas as observações em papel pré-fixado as variáveis e qualificando de acordo com alguns referenciais.
As qualificações poderão seguir diversos critérios. O importante é que se crie um e o assuma para todas as futuras avaliações. Pois não adiante observar uma acentuação do arco lordótico lombar, sem classifica-la em que graduação esta se apresenta. Pois uma coisa é ter uma pequena acentuação e outra é uma severa acentuação. Para a prescrição dos exercícios, isto realmente é muito importante.
Assim, minha sugestão seria:
1. Discreta (grau I) – quando a observação é feita com muito detalhe para se chegar às conclusões. Tem-se dificuldade de encontrar aquela alteração da normalidade;
2. Moderada (grau II) – Quando a observação é fácil de ser observada, sem grandes preocupações ou dúvidas, porém sem ser algo que chame muita a atenção;
3. Severa (Grau III) – Quando o avaliador se espanta com tamanha alteração. Chega a ser visível para qualquer leigo, sendo necessário sempre uma opinião médica para melhor diagnóstico.
Lembre-se que apesar da experiência de qualquer avaliador, é sempre possível observar algo que para outro avaliador seja diferente. Isto porque esta avaliação é subjetiva, cabe a cada profissional um treinamento adequado para minimizar os erros interavaliador e até mesmo o intra-avaliador.
A seguir iremos apresentar um instrumento de coleta das informações da avaliação postural qualitativa:

Neste instrumento, basta apenas assinalar em qual qualificação lhe parece o quadro e depois informar o lado em que está, se é que cabe este tipo de análise na região observada.
· Pé cavo – acentuação do arco plantar. Vista no plano frontal com os pés afastados;
· Pé plano – redução do arco plantar. Vista no plano frontal com os pés afastados;
· Tornozelo pronado – visto no perfil posterior no plano coronal, quando o calcâneo gira para dentro em relação a perna;· Tornozelo supinado – Exatamente o oposto do anterior;
· Tornozelo abduzido – Quando a coxa estiver alinhada no marco zero, e o pé estiver ligeiramente rodado externamente. Vista no perfil superior no plano transverso;
· Tornozelo aduzido – exatamente o oposto do anterior;
· Tíbia vara – visto no perfil anterior plano coronal, é quando há uma acentuação da curvatura da tíbia se torna evidente;
· Joelho valgo – Com uma linha imaginária entre a perna e a coxa, forma-se um ângulo externamente, projetando os joelhos para dentro;
· Joelho varo – exatamente o oposto do anterior;
· Joelhos recurvatum – visto no plano sagital, a linha que imaginamos entre perna e coxa, é formado um ângulo inferior a 180º na parte anterior, projetando os joelhos para trás;
· Joelho flexo – exatamente o oposto ao anterior;
· Coxa em rotação externa – muito confundida com pés abduzidos. Lembre-se que o pé não abduz e sim o tornozelo. Observe se os posicionamentos dos pés estão relacionados com a coxa. Se todo o segmento (patela, coxa, etc) estiverem em rotação, pode ter certeza que foi a coxa quem rodou.
· Coxa em rotação interna – exatamente o oposto;
· Pelve desnivelada – Inclinação da crista ilíaca em relação a outra para um dos lados, tornando-a mais alta. Geralmente devido a diferença de segmentos. Observe o lado mais alto;
· Anteposição pélvica – Posição adquirida devido a extensão lombar e flexão de coxo-femoral;
· Retroposição pélvica – exatamente o oposto;
· Cintura escapular desnivelada – Como na pelve, apresenta-se com a elevação de um dos ombros. Geralmente provocada pela escoliose, mas também pode ser em função dos encurtamentos musculares;
· Acentuação lordótica lombar – A curvatura fisiológica lombar, que é a lordose, foi acentuada. Vista no perfil sagital. Pode-se atribuir graus de inclinação. Não usar o termo hiperlordose deliberadamente.
· Retificação lordótica lombar – O oposto. Quando a curvatura deixa de existir em função de um novo posicionamento das vértebras Sugere-se anteposição pélvica;
· Acentuação cifótica torácica – Mesmo que na lombar. Porém o acometimento se dá em uma curvatura de convexidade posterior, tornando o sujeito inclinado para frente.
· Retificação cifótica torácica – O oposto ao anterior. A vista será a postura mais ereta, porém não fisiológica;
· Acentuação lordótica cervical – Como na lombar, provoca proeminência da sétima vértebra cervical ou a primeira torácica. Costuma projetar também a cabeça à frente;
· Retificação lordótica cervical – Uma postura que normalmente provoca alterações em todo o resto do corpo, devido ao posicionamento da cabeça;
· Triângulo de tales – ao desnivelar a pelve, haverá uma abertura maior entre um dos braços e o tronco. Normalmente do lado oposto a inclinação;
· Retroposição da cintura escapular – Quando o complexo retroage em função de encurtamento muscular ou pela postura retificada da cifose torácica. Tende a projetar os ombros para trás. Vista no plano sagital;
· Anteposição da cintura escapular – O oposto ao anterior. Não há relação direta com a acentuação da cifose, mas poderá estar presente;
· Ombros em rotação interna – A dica é observar a interlinha articular do cotovelo pelo perfil anterior, pois caso haja a rotação interna, esta não é visível neste perfil, ou se tem grande dificuldade de se observar;
· Ombros em rotação externa – Ao contrário da anterior, com facilidade de observação da linha interarticular, e também com a palma da mão voltada para frente;
· Cabeça anteposicionada – como o nome sugere, a cabeça se torna protusa, pode ser gerada pela flexão de cervical, ou pela extensão, pois a cervical possui dois pilares. Importante é observar se um ponto perto do meato acústico externo está muito projetado à frente;
· Cabeça retroposicionada – exatamente o oposto da anterior;
· Escápulas – esta poderá estar posicionada de diversas formas, mas esta é fácil perceber pelo que sugere o próprio nome;
· Escoliose – O lado da convexidade é quem determina para que lado está a curvatura não fisiológica;
· Gibosidade – Ao flexionar as U.M., observa-se que a massa corporal de um dos lados está mais elevada do que outra. Isto pode ser pela rotação automática e estrutural das U.M., ou pelo encurtamento muscular. Nem sempre o lado da gibosidade é o lado da escoliose, mas é mais comum;
Pronação excessiva
PARA DESLIGAR A RÁDIO E OUVIR O SOM DESTE VÍDEO:
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Avaliação da marcha
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