- A Divina Comédia -Dante Alighieri
- A Comédia dos Erros -William Shakespeare
- Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
- Dom Casmurro -Machado de Assis
- Cancioneiro -Fernando Pessoa
- Romeu e Julieta -William Shakespeare
- A Cartomante -Machado de Assis
- Mensagem -Fernando Pessoa
- A Carteira -Machado de Assis
- A Megera Domada -William Shakespeare
- A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
- Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
- O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
- Dom Casmurro -Machado de Assis
- Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
- Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
- Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
- A Carta -Pero Vaz de Caminha
- A Igreja do Diabo -Machado de Assis
- Macbeth -William Shakespeare
- Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
- A Tempestade -William Shakespeare
- O pastor amoroso -Fernando Pessoa
- A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
- Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
- A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
- O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
- O Mercador de Veneza -William Shakespeare
- A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
- Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
- Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
- A Mão e a Luva -Machado de Assis
- Arte Poética -Aristóteles
- Conto de Inverno -William Shakespeare
- Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
- Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
- Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
- A Metamorfose -Franz Kafka
- A Cartomante -Machado de Assis
- Rei Lear -William Shakespeare
- A Causa Secreta -Machado de Assis
- Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
- Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
- Júlio César -William Shakespeare
- Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
- Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
- Cancioneiro -Fernando Pessoa
- Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
- A Ela -Machado de Assis
- O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
- Dom Casmurro -Machado de Assis
- A Dama das Camélias -Alexandre Dumas
- Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
- Adão e Eva -Machado de Assis
- A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
- A Chinela Turca -Machado de Assis
- As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
- Poemas Selecionados -Florbela Espanca
- As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
- Iracema -José de Alencar
- A Mão e a Luva -Machado de Assis
- Ricardo III -William Shakespeare
- O Alienista -Machado de Assis
- Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
- A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
- A Carteira -Machado de Assis
- Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
- Senhora -José de Alencar
- A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
- Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
- A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
- Sonetos -Luís Vaz de Camões
- Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
- Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
- Iracema -José de Alencar
- Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
- Os Maias -José Maria Eça de Queirós
- O Guarani -José de Alencar
- A Mulher de Preto -Machado de Assis
- A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
- A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
- A Pianista -Machado de Assis
- Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
- A Igreja do Diabo -Machado de Assis
- A Herança -Machado de Assis
- A chave -Machado de Assis
- Eu -Augusto dos Anjos
- As Primaveras -Casimiro de Abreu
- A Desejada das Gentes -Machado de Assis
- Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
- Quincas Borba -Machado de Assis
- A Segunda Vida -Machado de Assis
- Os Sertões -Euclides da Cunha
- Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
- O Alienista -Machado de Assis
- Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
- Medida Por Medida -William Shakespeare
- Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
- A Alma do Lázaro -José de Alencar
- A Vida Eterna -Machado de Assis
- A Causa Secreta -Machado de Assis
- 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
- Divina Comedia -Dante Alighieri
- O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
- Coriolano -William Shakespeare
- Astúcias de Marido -Machado de Assis
- Senhora -José de Alencar
- Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
- Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
- Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
- A “Não-me-toques”! -Artur Azevedo
- Os Maias -José Maria Eça de Queirós
- Obras Seletas -Rui Barbosa
- A Mão e a Luva -Machado de Assis
- Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
- Aurora sem Dia -Machado de Assis
- Édipo-Rei -Sófocles
- O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
- Pai Contra Mãe -Machado de Assis
- O Cortiço -Aluísio de Azevedo
- Tito Andrônico -William Shakespeare
- Adão e Eva -Machado de Assis
- Os Sertões -Euclides da Cunha
- Esaú e Jacó -Machado de Assis
- Don Quixote -Miguel de Cervantes
- Camões -Joaquim Nabuco
- Antes que Cases -Machado de Assis
- A melhor das noivas -Machado de Assis
- Livro de Mágoas -Florbela Espanca
- O Cortiço -Aluísio de Azevedo
- A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
- Helena -Machado de Assis
- Contos -José Maria Eça de Queirós
- A Sereníssima República -Machado de Assis
- Iliada -Homero
- Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
- A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
- Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
- Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
- Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
- Anedota Pecuniária -Machado de Assis
- A Carne -Júlio Ribeiro
- O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
- Don Quijote -Miguel de Cervantes
- A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
- A Semana -Machado de Assis
- A viúva Sobral -Machado de Assis
- A Princesa de Babilônia -Voltaire
- O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
- Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
- Papéis Avulsos -Machado de Assis
- Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
- Cartas D’Amor -José Maria Eça de Queirós
- O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
- Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
- Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
- A Desejada das Gentes -Machado de Assis
- A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
- Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
- Almas Agradecidas -Machado de Assis
- Cartas D’Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
- Contos Fluminenses -Machado de Assis
- Odisséia -Homero
- Quincas Borba -Machado de Assis
- A Mulher de Preto -Machado de Assis
- Balas de Estalo -Machado de Assis
- A Senhora do Galvão -Machado de Assis
- O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
- A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
- Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
- CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
- Cinco Minutos -José de Alencar
- Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
- Lucíola -José de Alencar
- A Parasita Azul -Machado de Assis
- A Viuvinha -José de Alencar
- Utopia -Thomas Morus
- Missa do Galo -Machado de Assis
- Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
- História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
- Hamlet -William Shakespeare
- A Ama-Seca -Artur Azevedo
- O Espelho -Machado de Assis
- Helena -Machado de Assis
- As Academias de Sião -Machado de Assis
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Domínio Público - 187 livros de literatura para download!!!
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Técnicas de Massagem - Massagem Ayurvédica
| Massagem Ayurvédic... |
| Hosted by eSnips |
Técnicas de massagem - Massagem Ocidental
(Obs. No ultimo slide tem uma apostila completa de drenagem linfática)
| MassagemOcidental-... |
| Hosted by eSnips |
Código de Ética Profissional de Fisioterapia
| | | |
| CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL APROVADO PELA RESOLUÇÃO COFFITO-10 DE 3 DE JULHO DE 1978 |
MSN - Passo a passo
Neste artigo eu vou mostrar como é simples você fazer um msn. São 3 passos que você precisa seguir para criar seu msn:
- Criar uma nova conta do msn (grátis), neste passo você vai criar o endereço do seu msn.
- Baixar o MSN Messenger e instalar.
- Efetuar o login e convidar seus amigos para conversar.
Criar MSN novo Passo a Passo
A primeira coisa a fazer é entrar neste link para se cadastrar:
http://get.live.com/getlive/overview
Nesta tela você vai fazer seu cadastro no msn:
Neste passo você vai escolher seu endereço do MSN. Escolha um e clique em Verificar disponibilidade para saber se você pode usar esta conta de msn.
Aqui você vai escolher sua senha, com no mínimo seis caracteres. Você pode mudar a senha do msn depois.
Aqui você vai informar um e-mail alternativo para caso você esqueça sua senha e precise alterar a senha do msn depois.
Nesta parte você vai informar seus dados, nome, sobre nome, sexo, local,pais, estado, CEP. Note que é obrigatório o preenchimento de todos os campos.
Este é um verificador de segurança, digite os caracteres que você vê na imagem a cima, caso esteja muito difícil de entender, clique no botão ao lado para carregar outra imagem ou mesmo ouvir os caracteres da imagem.
Clique em Aceito para aceitar o Contrato de Serviço e prosseguir.
Aguarde até aparecer a próxima tela.
Pronto, você acabou de criar um novo msn.
Baixar o MSN
Clique neste link para baixar o último MSN Messenger: http://messenger.live.com/INSTALL_MSN_MESSENGER_DL.EXE
Agora você vai instalar o MSN.
Entrar no MSN
Pronto, agora é só entrar com seu login e senha e clicar em Entrar para entrar no msn.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Vias aferentes - Entenda!!!
Vias Aferentes
Generalidades :
Receptor – Terminação nervosa sensível ao estímulo que caracteriza a via. A conexão deste receptor, por meio de fibras específicas, com uma área específica do córtex, permite o reconhecimento das diferentes formas de sensibilidade.
Trajeto Periférico – Compreende um nervo espinal ou craniano e um gânglio sensitivo anexo a este nervo.
Trajeto Central – No seu Trajeto pelo sistema nervoso central, as fibras que constituem as vias aferentes se agrupam em feixes(tratos, fascículos, lemniscos) de acordo com suas funções.
Áreas de projeção cortica – está no córtex cerebral ou no córtex cerebelar; no primeiro caso, a via nos permite distinguir os diversos tipos de sensibilidade – é consciente; no segundo caso, o impulso não determina qualquer manifestação sensorial, a via é inconsciente.
As grandes vias aferentes podem, pois, ser consideradas como cadeias neuronais, unindo os receptores ao córtex. No caso das vias inconscientes, esta cadeia é constituída apenas por dois neurônios (I, II). Já nas vias conscientes, estes neurônios são geralmente três, sobre os quais podem ser estabelecido os seguintes princípios gerais:
a) Neurônio I – Localiza-se geralmente fora do sistema nervoso central em um gânglio sensitivo( ou na retina e mucosa olfatória). É um neurônio sensitivo, em geral pseudo-unipolar, cujo dendraxônio se bifurca em "T", dando um prolongamento periférico e outro central. O prolongamento periférico liga-se ao receptor, enquanto o prolongamento central penetra no sistema nervoso central pela raiz dorsal dos nervos espinais ou por um nervo craniano.
b) Neurônio II – Localiza-se na coluna posterior da medula ou em nícleso de nervos cranianos do tronco encefálico(exceto as vias óptica e olfatória). Origina axônios que geralmente cruzam o plano mediano após sua origem e entram na formação de um tracto ou lemnisco.
c) Neurônio III – Localiza-se no tálamo e orgina um axônio que chega ao córtex por uma radiação talâmica(exceto a via olfatória)
Vias Aferentes que penetram no sistema nervoso central por nervos espinais
*Vias de Dor e Temperatura
È dividida em 2 vias, a neoespino-talâmica, constituída pelo tracto espino-talâmico lateral e a paleoespino-talâmica constituída pelo tracto espino-reticular, e as fibras retículo-talâmicas.
*Via Neoespino-Talâmica
Neurônios I – Localizam-se nos gânglios espinais situados nas raízes dorsais. O prolongamento periférico de cada um destes neurônios liga-se aos receptores através dos nervos espinais. O prolongamento central penetra na medula pela divisão latetral da raíz dorsal, bifurcando-se em um ramo descendente curto e um ramo ascendente longo, terminando ambos na coluna posterior, onde fazem sinapse com os neurônios II.
Neurônios II – Estão localizados na coluna posterior. Seus axônios cruzam o plano mediano, pela comissura branca, ganham um funículo lateral do lado oposto, inflectem-se cranialmente para constituir o tracto espino-talâmico lateral. Ao nível da ponte, as fibras desse tracto se unem com as do espino-talâmica anterior para constituír o lemnisco espinal, que termina no tálamo fazendo sinapse com os neurônios III
Neurônios III – Localizam-se no tálamo, principalmente no núcleo ventral póstero-lateral. Seus axônios formam radiações talâmicas que, pela cápsula interna e coroa radiada, chegam à área somestésica do córtex cerebral situada no giro pós-central
*Via Paleoespino- Talâmica
Neurônios I – Localizam-se nos gânglios espinais, pentram na medula do mesmo modo que os da via neoespino-talâmica.
Neurônios II – Situam-se na coluna posterior. Seus axônios dirigem-se ao funículo lateral do mesmo lado e do lado oposto, inglectem-se cranialmente para constituir o tracto espino-reticular. Este sobe na medula junto ao tract espino-talâmico lateral e termina fazendo sinapse com os neurônios III em vários níveis da formação reticular.
Neurônios III – Situam-se na formação reticular e dão origem as fibras retículo-talâmicas que terminam nos núcleos intralaminares do tálamo. Entretanto, o mais provável é que o número de neurônios reticulares envolvidos nessa via seja maior e que os impulsos nervoso cheguem aos núcleos intralaminares do tálamao após várias sinapses na formação reticular. Os núcleos, intralaminares, projetam-se para territórios muito amplos do córtex cerebral. É provável, entretanto, que essas projeções estejam mais relacionadas com a ativação cortical do que com a sensação de dor, uma vez que estas se tornam conscientes já em nível talâmico.
*Via de Pressão e Tato Protopático
Neurônio I – localizam-se nos gânglios espinais situados nas raízes dorsais. O prolongamento perifério destes neurônios liga-se ao receptor, enquanto o central penetra na medula pela difvisão medial da raiz dorsal e devidi-se em um ramo ascendente muito longo e um ramo descendente curto, terminando ambos na coluna posterior em sinapse com os neurônios II
Neurônios II – Localizam-se na coluna posterior da medula. Seus axônios cruzam o plano mediano na comissura branca, atingem o funículo anterior do lado oposto onde se inflectem cranialmente para constituir o tracto espino-talâmico anterior. Este, ao nível da ponte, une-se ao espino-talâmico lateral para formar o lemnisco espinal, cujas fibras terminam no tálamo fazendo sinapse com os neurônios III
Neurônios III – Localizam-se no núcleo ventral póstero-lateral do tálamo. Originam axônios que formam radiações talâmicas que, passando pela cápsula interna e coroa radiada, atingem a área somestésica do córtex cerebral.
*Via de Propriocepcção Consciente, Tato epicrítico e sensibilidade vibratória
Neurônios I – Localizam-se nos gânglios espinais. O prolongamento periférico destes neurônios liga-se ao receptor, o prolongamento central penetra na medula pela divisão medial da raiz posterior e divide-se em um ramo descendente curto e um ramo ascendente longo, ambos situados nos fascículos grácil e cuneiforme, os ramos ascendentes terminam no bulbo fazendo sinapse com os neurônios II.
Neurônios II – Localizam-se nos núcleso grácil e cuneiforme do bulbo. Os axônios destes neurônios mergulham ventralmente, constituindo as fibras arqueadas internas, cruzam o plano mediano e a seguir inflectem-se cranialmente parar formar o lemnisco medial. Este termina no tálamo fazendo sinapse com os neurônios III
Neurônios III – Estão situados no núcleo ventral póstero-lateral do tálamo, originando axônios que constituem radiações talâmicas que chegam à áerea somestésica passando pela cápsula interna e coroa radiada.
Trajeto das Fibras nas Vias Ópticas
Os nervos ópticos dos dois lados convergem para formar o quiasma óptico, do qual se destacam posteriormente os dois tractos ópticos, que terminam nos respectivos corpos geniculados laterais.Ao nível do quiasma óptico as fibras dos dois nervos ópticos sofrem uma decussação.
Denomina-se retina nasal a metade medial da retina de cada olho, ou seja, a que está voltada para o nariz. Retina temporal é a metade lateral da retina de cada olho, ou seja, a que está voltada para a região temporal. Denomina-se campo visual de um olho a porção do espaço que pode ser vista por este olho estando ele fixo. No campo visual de cada olho, distingue-se como na retina, uma porção lateral, o campo temporal; e uma porção medianl, o campo nasal.
No quiasma óptico, as fibras nasais, ou seja, as fibras oriundas da retina nasal, cruzam para o outro lado, enquanto as fibras temporais seguem do mesmo lado, sem cruzamento. Assim cada tracto óptico contém fibras temporais da retina do lado oposto. Como consequência, os impulsos nervosos originados em metades homônimas das retinas dos dois olhos, serão conduzidos aos corpos geniculados e ao córtex desse mesmo lado.
Entende-se assim que como consequência da decussação parcial das fibras visuais no quiasma óptico, o córtex visual direito percebe os objetos situados à esquerda de uma linha verical mediana que divide os campos visuais. Assim também na via óptica é válido o princípio de que o hemisfério cerebral de um lado relaciona-se com as atividades sensitivas de lado oposto.
Conforme seu desitono pode-se distinguir quatro tipos de fibras nas vias ópticas:
a) Fibras retino-hipotalâmicas – destacam-se do quiasma óptico e ganham o núcleo supraquiasmático do hipotálamo. São importantes para a regulação dos ritmos biológicos.
b) Fibras retino-tectais – ganham o colículo superior através do braço do colículo superior e estão relacionadas com certos reflexos de movimentos dos olhos ou das pálpebras desencadeadas por impulsos visuais
c) Fibras retino-pré-tectais – ganham a área pré tectal atra´ves do braço do colículo superior e estão relacionadas com os reflexos foromotor direto e consensual.
d) Fibras retino-geniculadas – sãp as mais importantes, pois somente elas se relacionam com a visão. Terminam fazendo sinapse com os neurônios IV da via óptica localizados no corpo geniculado lateral.
Os axônios dos neurônios do corpo geniculado lateral costituem a radiação óptica e terminam na área visua, situada nos lábios do sulco calcarino. Nem todas as fibras da radiação óptica atingem o córtex pelo mesmo trajeto. As fibras dorsais seguem um curso quase retilíneo para trás, em direção ao lobo occipital. Já as fibras ventrais dirigem-se inicialmente para diante, em direção ao polo temporal, encurvam-se a seguir e voltam em direção ao lobo occipital, onde terminam.
Bibliografia – Machado, Ângelo, Neuroanatomia Funcional, Ed. Atheneu, 1992
Fonte: www.medstudents.com.br/content/
Como evitar lesões esportivas
Algumas orientações para evitar lesões esportivas:
- Executar exercícios de aquecimento antes de praticar um esporte.
- Sempre alongar os músculos antes de uma partida ou de um exercício.
- Ao alongar, não flexionar os joelhos. Manter as solas dos pés bem apoiadas no chão.
- Utilizar calçados adequados que sejam estáveis e absorvam impacto.
- Fazer exercícios sobre superfícies macias e planas. Evitar asfalto e concreto.
- Ao dobrar os joelhos, não inclinar mais que 90 graus.
- Ao saltar, cair com os joelhos dobrados.
- Desaquecer após um jogo intenso ou sessão de treinamento. Desta forma, a pulsação irá diminuir de forma gradual.
- Não exercer esforço excessivo.
Qualquer pessoa que pratica exercício está em risco potencial de sofrer uma lesão esportiva. Mas, alguns grupos têm risco maior e devem tomar algumas precauções adicionais.
Adultos:
- Evitar tornar-se um "guerreiro de final de semana". Distribuir exercícios durante toda a semana.
- Aprender a praticar todos os esportes de forma correta, reduzindo o risco de lesões "resultantes de excesso".
- Utilizar equipamentos e acessórios de proteção.
- Conhecer os limites do corpo.
- Aumentar o nível de exercício de forma gradual.
- Executar trabalho de flexibilidade, força e cardíaco
Pais e treinadores:
- Agrupar as crianças por seu nível de destreza e compleição física e não por idade, principalmente nos esportes de contato.
- Treinar a criança em um esporte que ele/ela goste e que lhe seja adequado.
- Certificar-se de que a criança passe por uma avaliação física antes de começar um esporte.
- Não permitir que uma criança lesionada jogue.
- Levar a criança ao médico, se necessário.
- Garantir um ambiente seguro para a prática de esportes
Crianças:
- Ter as capacitações físicas adequadas, antes de praticar um determinado esporte.
- Passar por uma avaliação física antes de iniciar qualquer tipo de prática.
- Seguir as regras do jogo.
- Utilizar corretamente os equipamentos de proteção.
- Não jogar quando estiver cansado ou com dor.
- Sempre se aquecer antes de jogar.
- Sempre desaquecer após jogar.
Mulheres:
Além de tomar as precauções acima, as mulheres devem focar a força muscular e preparo físico. Também é importante manter peso corporal normal e evitar exercícios extenuantes pois isto pode afetar seu ciclo menstrual.
A importância do aquecimento e alongamento
Aquecer antes de iniciar exercícios intensos ajuda a evitar lesões. Fazer exercícios a um ritmo leve durante 3 a 10 minutos aquece os músculos e torna-os mais flexíveis e resistentes a lesões. Este método de aquecimento ativo prepara os músculos para este tipo de exercícios de forma mais eficaz do que os métodos passivos (água morna, adesivos de aquecimento, ultrasom ou luz infra-vermelha). Esses últimos não aumentam a circulação sanguínea de forma significativa.
Os exercícios de aquecimento também são benéficos nos esportes menos exigentes, tais como o golfe.
Também é importante desaquecer durante cinco minutos após praticar esportes intensos (tais como corrida, caminhada ou marcha). Dessa forma, a pulsação irá diminuir gradativamente.Desaquecer consiste em reduzir a velocidade gradativamente antes de parar o exercício, para evitar tontura, mantendo o fluxo sanguíneo. Se um exercício intenso for interrompido de forma súbita, o sangue pode se acumular nas veias das pernas, reduzindo momentaneamente o fluxo de sangue para o cérebro. Isto pode causar tontura ou até mesmo desmaio. Desaquecer também ajuda a eliminar resíduos, tais como ácido lático, dos músculos; entretanto, não parece evitar a dor muscular no dia seguinte.
Alongar estica os músculos de forma que podem se contrair com mais eficiência e trabalhar melhor. Para evitar dano muscular durante o alongamento, ele deve ser feito após o aquecimento ou exercício. Cada alongamento deverá ser suficientemente confortável de forma a possibilitar a contagem até 10. Aconselha-se alongar o tendão de Aquiles, outros tendões e o quadríceps em uma posição estável (sem forçar).
LESÕES MUSCULARES
Vejamos a seguir alguns tipos de lesões musculares:
a) Distensão muscular: É o alongamento exagerado do músculo acompanhado de algumas rupturas de fibras musculares. Sendo assim a distensão muscular é uma lesão traumática aguda na unidade músculo-tendinosa (UMT). A força da lesão é indireta (uso excessivo, mau uso, hipercontração) em oposição à direta (pancada, corte, perfuração). Para ocorrer uma distensão, a falta de aquecimento e alongamento e o próprio cansaço muscular contribuem muito, mas o agente causal é sempre um movimento forte de rápida contração ou movimento exagerado contra uma grande resistência. As distensões são classificadas em:
Distensão de Primeiro Grau - é um pequeno trauma da UMT que provoca dor leve, edema e incapacidade, mas geralmente, não prejudica a capacidade de o indivíduo produzir uma contração (embora dolorosa) normal do músculo envolvido.
Distensão de Segundo Grau - é uma lesão moderada da UMT, inclusive com laceração ou ruptura de um número pequeno de fibras musculares e tendinosas, que provoca dor moderada, edema e incapacidade devido à contração anormal (fraca e dolorosa) do músculo envolvido.
Distensão de Terceiro Grau - é uma ruptura completa da UMT. A dor e o edema variam de mínimos a severos, sendo a contração do músculo afetado muito anormal (fraca ou inexistente, geralmente indolor).
b) Estiramento muscular: É um alongamento exagerado do músculo sem rompimento de fibras. Ele aparece como uma dor muscular local, que piora ao esforço. Geralmente não há sinal de derrame sangüíneo. Falta de aquecimento e alongamento assim como as condições fisiológicas do músculo contribuem para a ocorrência de estiramento.
c) Ruptura muscular: É quando ocorre rompimento total das fibras musculares. É comum a perda de função do músculo, hipersensibilidade no ponto de ruptura e contração da massa muscular proximal ao rompimento. A dor da lesão muscular pode ser localizada ou irradiada para toda extensão do membro. O agente causal de uma ruptura é sempre um movimento forte de rápida contração ou um movimento exagerado contra uma grande resistência.
d) Caimbras: São contraturas exageradas das fibras musculares ocorrendo de maneira involuntária e dolorosa. É causada por fadiga muscular decorrentes do excesso de trabalho, vícios de postura e falta de vitamina B.
e) Tendinites: Não podemos esquecer que os tendões também fazem parte dos músculos e excluí-lo desse estudo não seria adequado. A tendinite é a lesão mais comum entre todas modalidades esportivas. Ocorre quando o indivíduo desenvolve gesto mecânico inadequado ou gesto mecânico de altíssimas repetições. A tendinite nada mais é que uma inflamação nos tendões. São exemplos de tendinites: a tendinite do tendão de Aquiles, a tendinite do rotator do punho, a tendinite bicipital, a doença de Quervain, a tendinite peronial e a tendinite tibial posterior entre outras.
f) Contusão muscular: É uma lesão traumática aguda decorrente de trauma direto aos tecidos moles que provoca dor e edema. A contusão vai de leve até uma grande infiltração de sangue nos tecidos circundantes.
Algumas considerações sobre contusões musculares:
O atleta sente, inicialmente, um pouco de dor ou desconforto; porém, muitas vezes, desenvolve-se rapidamente, quando o atleta esfria, rigidez, dor e edema. Não se devem empregar tratamentos com calor, massagens e turbilhonamento, pois essas terapias aumentam a hemorragia.
FISIOTERAPIA DESPORTIVA
LESÕES HABITUAIS
Sendo o corpo, e principalmente o sistema músculo-esquelético, o objecto privilegiado de todos os desportos ou da actividade física, pode ser sujeito a uma série de inconvenientes de ordem física.
A maioria das lesões desportivas são resultado de um traumatismo "externo", de forças dinâmicas internas ou de um esforço de sobre uso.
Conhecer as suas causas e mecanismos será a melhor maneira de as evitar e controlar.
Sempre que sentir dor, diminuição de força, instabilidade, tensão muscular intensa, procure imediatamente um profissional de saúde para avaliar o grau de gravidade da sua lesão, aconselhar e prestar os primeiros cuidados.
Saiba no entanto que os cuidados a ter nas primeiras 48 horas após uma lesão (ruptura muscular ou ligamentar, entorse, traumatismo, etc.) são determinantes para uma recuperação mais rápida e eficiente.
Assim nas primeiras 48 horasdeve ser feito:
Repouso - Parar toda a actividade que provoque aumento de dor ou outra sintomatologia.
Gelo - Aplicar na região lesada, durante 15 minutos , de 3 em 3 horas.
Compressão - Comprimir a região lesada de modo a controlar o edema e o derrame.
Elevação - Elevar a zona lesada de modo a facilitar a circulação sanguínea de retorno.
Avaliação/Diagnóstico - Procure imediatamente um profissional de saúde qualificado no despiste, tratamento e aconselhamento destas situações.
Não se deve fazer
Calor - Promove a vasodilatação, aumentando o derrame.
Álcool - Não deve beber bebidas alcoólicas porque o álcool é um potente vasodilatador.
Massagem - Aumenta o edema e o derrame, sendo agressiva para os tecidos em cicatrização.
Actividade - Solicitar demasiado cedo as estruturas pode agravar a situação.
REGRESSO À ATIVIDADE FÍSICA
Para retomar a actividade desportiva de forma segura, não basta estar completamente recuperado da sua lesão.
É essencial readquirir força, flexibilidade, mobilidade, equilíbrio, coordenação e segurança emocional, para uma prática saudável do exercício físico.
COMO É QUE UM FISIOTERAPEUTA O PODERÁ AJUDAR
O Fisioterapeuta é um profissional de saúde qualificado na prevenção, avaliação e tratamento das lesões dos tecidos moles.
Com conhecimentos de biomecânica, patologia tecidular, fisiologia da reparação e muitas vezes com prática em equipas desportivas, os Fisioterapeutas estão habilitados a fazer:
Despiste, aconselhamento, prevenção e tratamento das lesões de natureza traumatológica e ortopédica;
Programas de exercícios adequados de aquecimento, alongamento, flexibilidade e fortalecimento;
Imobilizações com objectivos terapêuticos ou de prevenção;
Selecção de materiais adequados para a prática desportiva, como por exemplo a escolha do calçado;
Planos de cuidados e de integração progressiva na actividade desportiva.
Médico brasileiro desenvolve tratamento para combater doenças degenerativas nos EUA uma grande esperança para quem tem ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica)
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