domingo, 24 de fevereiro de 2008

MSN - Passo a passo

Atendendo a pedidos de uma amiga segue o passo a passo de como fazer seu MSN:



Neste artigo eu vou mostrar como é simples você fazer um msn. São 3 passos que você precisa seguir para criar seu msn:
  1. Criar uma nova conta do msn (grátis), neste passo você vai criar o endereço do seu msn.
  2. Baixar o MSN Messenger e instalar.
  3. Efetuar o login e convidar seus amigos para conversar.

Criar MSN novo Passo a Passo

A primeira coisa a fazer é entrar neste link para se cadastrar:
http://get.live.com/getlive/overview

Nesta tela você vai fazer seu cadastro no msn:

Neste passo você vai escolher seu endereço do MSN. Escolha um e clique em Verificar disponibilidade para saber se você pode usar esta conta de msn.


Aqui você vai escolher sua senha, com no mínimo seis caracteres. Você pode mudar a senha do msn depois.


Aqui você vai informar um e-mail alternativo para caso você esqueça sua senha e precise alterar a senha do msn depois.


Nesta parte você vai informar seus dados, nome, sobre nome, sexo, local,pais, estado, CEP. Note que é obrigatório o preenchimento de todos os campos.


Este é um verificador de segurança, digite os caracteres que você vê na imagem a cima, caso esteja muito difícil de entender, clique no botão ao lado para carregar outra imagem ou mesmo ouvir os caracteres da imagem.


Clique em Aceito para aceitar o Contrato de Serviço e prosseguir.


Aguarde até aparecer a próxima tela.


Pronto, você acabou de criar um novo msn.

Baixar o MSN

Clique neste link para baixar o último MSN Messenger: http://messenger.live.com/INSTALL_MSN_MESSENGER_DL.EXE
Agora você vai instalar o MSN.

Entrar no MSN

Pronto, agora é só entrar com seu login e senha e clicar em Entrar para entrar no msn.


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Vias aferentes - Entenda!!!

Vias Aferentes

Generalidades :

Receptor – Terminação nervosa sensível ao estímulo que caracteriza a via. A conexão deste receptor, por meio de fibras específicas, com uma área específica do córtex, permite o reconhecimento das diferentes formas de sensibilidade.

Trajeto Periférico – Compreende um nervo espinal ou craniano e um gânglio sensitivo anexo a este nervo.

Trajeto Central – No seu Trajeto pelo sistema nervoso central, as fibras que constituem as vias aferentes se agrupam em feixes(tratos, fascículos, lemniscos) de acordo com suas funções.

Áreas de projeção cortica – está no córtex cerebral ou no córtex cerebelar; no primeiro caso, a via nos permite distinguir os diversos tipos de sensibilidade – é consciente; no segundo caso, o impulso não determina qualquer manifestação sensorial, a via é inconsciente.

As grandes vias aferentes podem, pois, ser consideradas como cadeias neuronais, unindo os receptores ao córtex. No caso das vias inconscientes, esta cadeia é constituída apenas por dois neurônios (I, II). Já nas vias conscientes, estes neurônios são geralmente três, sobre os quais podem ser estabelecido os seguintes princípios gerais:

a) Neurônio I – Localiza-se geralmente fora do sistema nervoso central em um gânglio sensitivo( ou na retina e mucosa olfatória). É um neurônio sensitivo, em geral pseudo-unipolar, cujo dendraxônio se bifurca em "T", dando um prolongamento periférico e outro central. O prolongamento periférico liga-se ao receptor, enquanto o prolongamento central penetra no sistema nervoso central pela raiz dorsal dos nervos espinais ou por um nervo craniano.

b) Neurônio II – Localiza-se na coluna posterior da medula ou em nícleso de nervos cranianos do tronco encefálico(exceto as vias óptica e olfatória). Origina axônios que geralmente cruzam o plano mediano após sua origem e entram na formação de um tracto ou lemnisco.

c) Neurônio III – Localiza-se no tálamo e orgina um axônio que chega ao córtex por uma radiação talâmica(exceto a via olfatória)

Vias Aferentes que penetram no sistema nervoso central por nervos espinais

*Vias de Dor e Temperatura

È dividida em 2 vias, a neoespino-talâmica, constituída pelo tracto espino-talâmico lateral e a paleoespino-talâmica constituída pelo tracto espino-reticular, e as fibras retículo-talâmicas.

*Via Neoespino-Talâmica

Neurônios I – Localizam-se nos gânglios espinais situados nas raízes dorsais. O prolongamento periférico de cada um destes neurônios liga-se aos receptores através dos nervos espinais. O prolongamento central penetra na medula pela divisão latetral da raíz dorsal, bifurcando-se em um ramo descendente curto e um ramo ascendente longo, terminando ambos na coluna posterior, onde fazem sinapse com os neurônios II.

Neurônios II – Estão localizados na coluna posterior. Seus axônios cruzam o plano mediano, pela comissura branca, ganham um funículo lateral do lado oposto, inflectem-se cranialmente para constituir o tracto espino-talâmico lateral. Ao nível da ponte, as fibras desse tracto se unem com as do espino-talâmica anterior para constituír o lemnisco espinal, que termina no tálamo fazendo sinapse com os neurônios III

Neurônios III – Localizam-se no tálamo, principalmente no núcleo ventral póstero-lateral. Seus axônios formam radiações talâmicas que, pela cápsula interna e coroa radiada, chegam à área somestésica do córtex cerebral situada no giro pós-central

*Via Paleoespino- Talâmica

Neurônios I – Localizam-se nos gânglios espinais, pentram na medula do mesmo modo que os da via neoespino-talâmica.

Neurônios II – Situam-se na coluna posterior. Seus axônios dirigem-se ao funículo lateral do mesmo lado e do lado oposto, inglectem-se cranialmente para constituir o tracto espino-reticular. Este sobe na medula junto ao tract espino-talâmico lateral e termina fazendo sinapse com os neurônios III em vários níveis da formação reticular.

Neurônios III – Situam-se na formação reticular e dão origem as fibras retículo-talâmicas que terminam nos núcleos intralaminares do tálamo. Entretanto, o mais provável é que o número de neurônios reticulares envolvidos nessa via seja maior e que os impulsos nervoso cheguem aos núcleos intralaminares do tálamao após várias sinapses na formação reticular. Os núcleos, intralaminares, projetam-se para territórios muito amplos do córtex cerebral. É provável, entretanto, que essas projeções estejam mais relacionadas com a ativação cortical do que com a sensação de dor, uma vez que estas se tornam conscientes já em nível talâmico.

*Via de Pressão e Tato Protopático

Neurônio I – localizam-se nos gânglios espinais situados nas raízes dorsais. O prolongamento perifério destes neurônios liga-se ao receptor, enquanto o central penetra na medula pela difvisão medial da raiz dorsal e devidi-se em um ramo ascendente muito longo e um ramo descendente curto, terminando ambos na coluna posterior em sinapse com os neurônios II

Neurônios II – Localizam-se na coluna posterior da medula. Seus axônios cruzam o plano mediano na comissura branca, atingem o funículo anterior do lado oposto onde se inflectem cranialmente para constituir o tracto espino-talâmico anterior. Este, ao nível da ponte, une-se ao espino-talâmico lateral para formar o lemnisco espinal, cujas fibras terminam no tálamo fazendo sinapse com os neurônios III

Neurônios III – Localizam-se no núcleo ventral póstero-lateral do tálamo. Originam axônios que formam radiações talâmicas que, passando pela cápsula interna e coroa radiada, atingem a área somestésica do córtex cerebral.

*Via de Propriocepcção Consciente, Tato epicrítico e sensibilidade vibratória

Neurônios I – Localizam-se nos gânglios espinais. O prolongamento periférico destes neurônios liga-se ao receptor, o prolongamento central penetra na medula pela divisão medial da raiz posterior e divide-se em um ramo descendente curto e um ramo ascendente longo, ambos situados nos fascículos grácil e cuneiforme, os ramos ascendentes terminam no bulbo fazendo sinapse com os neurônios II.

Neurônios II – Localizam-se nos núcleso grácil e cuneiforme do bulbo. Os axônios destes neurônios mergulham ventralmente, constituindo as fibras arqueadas internas, cruzam o plano mediano e a seguir inflectem-se cranialmente parar formar o lemnisco medial. Este termina no tálamo fazendo sinapse com os neurônios III

Neurônios III – Estão situados no núcleo ventral póstero-lateral do tálamo, originando axônios que constituem radiações talâmicas que chegam à áerea somestésica passando pela cápsula interna e coroa radiada.

Trajeto das Fibras nas Vias Ópticas

Os nervos ópticos dos dois lados convergem para formar o quiasma óptico, do qual se destacam posteriormente os dois tractos ópticos, que terminam nos respectivos corpos geniculados laterais.Ao nível do quiasma óptico as fibras dos dois nervos ópticos sofrem uma decussação.

Denomina-se retina nasal a metade medial da retina de cada olho, ou seja, a que está voltada para o nariz. Retina temporal é a metade lateral da retina de cada olho, ou seja, a que está voltada para a região temporal. Denomina-se campo visual de um olho a porção do espaço que pode ser vista por este olho estando ele fixo. No campo visual de cada olho, distingue-se como na retina, uma porção lateral, o campo temporal; e uma porção medianl, o campo nasal.

No quiasma óptico, as fibras nasais, ou seja, as fibras oriundas da retina nasal, cruzam para o outro lado, enquanto as fibras temporais seguem do mesmo lado, sem cruzamento. Assim cada tracto óptico contém fibras temporais da retina do lado oposto. Como consequência, os impulsos nervosos originados em metades homônimas das retinas dos dois olhos, serão conduzidos aos corpos geniculados e ao córtex desse mesmo lado.

Entende-se assim que como consequência da decussação parcial das fibras visuais no quiasma óptico, o córtex visual direito percebe os objetos situados à esquerda de uma linha verical mediana que divide os campos visuais. Assim também na via óptica é válido o princípio de que o hemisfério cerebral de um lado relaciona-se com as atividades sensitivas de lado oposto.

Conforme seu desitono pode-se distinguir quatro tipos de fibras nas vias ópticas:

a) Fibras retino-hipotalâmicas – destacam-se do quiasma óptico e ganham o núcleo supraquiasmático do hipotálamo. São importantes para a regulação dos ritmos biológicos.

b) Fibras retino-tectais – ganham o colículo superior através do braço do colículo superior e estão relacionadas com certos reflexos de movimentos dos olhos ou das pálpebras desencadeadas por impulsos visuais

c) Fibras retino-pré-tectais – ganham a área pré tectal atra´ves do braço do colículo superior e estão relacionadas com os reflexos foromotor direto e consensual.

d) Fibras retino-geniculadas – sãp as mais importantes, pois somente elas se relacionam com a visão. Terminam fazendo sinapse com os neurônios IV da via óptica localizados no corpo geniculado lateral.

Os axônios dos neurônios do corpo geniculado lateral costituem a radiação óptica e terminam na área visua, situada nos lábios do sulco calcarino. Nem todas as fibras da radiação óptica atingem o córtex pelo mesmo trajeto. As fibras dorsais seguem um curso quase retilíneo para trás, em direção ao lobo occipital. Já as fibras ventrais dirigem-se inicialmente para diante, em direção ao polo temporal, encurvam-se a seguir e voltam em direção ao lobo occipital, onde terminam.


Bibliografia – Machado, Ângelo, Neuroanatomia Funcional, Ed. Atheneu, 1992


Fonte: www.medstudents.com.br/content/resumos/resumo_medstudents_20071010_07.doc


Como evitar lesões esportivas

A grande maioria das lesões esportivas pode ser tratada com eficácia; após uma lesão, a maioria das pessoas pode recobrar um nível satisfatório de atividades físicas. Muitas lesões esportivas podem ser evitadas se os atletas tomarem algumas precauções.

Algumas orientações para evitar lesões esportivas:

  • Executar exercícios de aquecimento antes de praticar um esporte.
  • Sempre alongar os músculos antes de uma partida ou de um exercício.
  • Ao alongar, não flexionar os joelhos. Manter as solas dos pés bem apoiadas no chão.
  • Utilizar calçados adequados que sejam estáveis e absorvam impacto.
  • Fazer exercícios sobre superfícies macias e planas. Evitar asfalto e concreto.
  • Ao dobrar os joelhos, não inclinar mais que 90 graus.
  • Ao saltar, cair com os joelhos dobrados.
  • Desaquecer após um jogo intenso ou sessão de treinamento. Desta forma, a pulsação irá diminuir de forma gradual.
  • Não exercer esforço excessivo.

Qualquer pessoa que pratica exercício está em risco potencial de sofrer uma lesão esportiva. Mas, alguns grupos têm risco maior e devem tomar algumas precauções adicionais.

Adultos:

  • Evitar tornar-se um "guerreiro de final de semana". Distribuir exercícios durante toda a semana.
  • Aprender a praticar todos os esportes de forma correta, reduzindo o risco de lesões "resultantes de excesso".
  • Utilizar equipamentos e acessórios de proteção.
  • Conhecer os limites do corpo.
  • Aumentar o nível de exercício de forma gradual.
  • Executar trabalho de flexibilidade, força e cardíaco

Pais e treinadores:

  • Agrupar as crianças por seu nível de destreza e compleição física e não por idade, principalmente nos esportes de contato.
  • Treinar a criança em um esporte que ele/ela goste e que lhe seja adequado.
  • Certificar-se de que a criança passe por uma avaliação física antes de começar um esporte.
  • Não permitir que uma criança lesionada jogue.
  • Levar a criança ao médico, se necessário.
  • Garantir um ambiente seguro para a prática de esportes

Crianças:

  • Ter as capacitações físicas adequadas, antes de praticar um determinado esporte.
  • Passar por uma avaliação física antes de iniciar qualquer tipo de prática.
  • Seguir as regras do jogo.
  • Utilizar corretamente os equipamentos de proteção.
  • Não jogar quando estiver cansado ou com dor.
  • Sempre se aquecer antes de jogar.
  • Sempre desaquecer após jogar.

Mulheres:

Além de tomar as precauções acima, as mulheres devem focar a força muscular e preparo físico. Também é importante manter peso corporal normal e evitar exercícios extenuantes pois isto pode afetar seu ciclo menstrual.

A importância do aquecimento e alongamento

Aquecer antes de iniciar exercícios intensos ajuda a evitar lesões. Fazer exercícios a um ritmo leve durante 3 a 10 minutos aquece os músculos e torna-os mais flexíveis e resistentes a lesões. Este método de aquecimento ativo prepara os músculos para este tipo de exercícios de forma mais eficaz do que os métodos passivos (água morna, adesivos de aquecimento, ultrasom ou luz infra-vermelha). Esses últimos não aumentam a circulação sanguínea de forma significativa.

Os exercícios de aquecimento também são benéficos nos esportes menos exigentes, tais como o golfe.

Também é importante desaquecer durante cinco minutos após praticar esportes intensos (tais como corrida, caminhada ou marcha). Dessa forma, a pulsação irá diminuir gradativamente.Desaquecer consiste em reduzir a velocidade gradativamente antes de parar o exercício, para evitar tontura, mantendo o fluxo sanguíneo. Se um exercício intenso for interrompido de forma súbita, o sangue pode se acumular nas veias das pernas, reduzindo momentaneamente o fluxo de sangue para o cérebro. Isto pode causar tontura ou até mesmo desmaio. Desaquecer também ajuda a eliminar resíduos, tais como ácido lático, dos músculos; entretanto, não parece evitar a dor muscular no dia seguinte.

Alongar estica os músculos de forma que podem se contrair com mais eficiência e trabalhar melhor. Para evitar dano muscular durante o alongamento, ele deve ser feito após o aquecimento ou exercício. Cada alongamento deverá ser suficientemente confortável de forma a possibilitar a contagem até 10. Aconselha-se alongar o tendão de Aquiles, outros tendões e o quadríceps em uma posição estável (sem forçar).

LESÕES MUSCULARES

Um músculo traumatizado é geralmente doloroso, hipertônico e muito sensível; o indivíduo sente dor acentuada quando ele é usado, e certo alívio quando em repouso.


Vejamos a seguir alguns tipos de lesões musculares:

a) Distensão muscular: É o alongamento exagerado do músculo acompanhado de algumas rupturas de fibras musculares. Sendo assim a distensão muscular é uma lesão traumática aguda na unidade músculo-tendinosa (UMT). A força da lesão é indireta (uso excessivo, mau uso, hipercontração) em oposição à direta (pancada, corte, perfuração). Para ocorrer uma distensão, a falta de aquecimento e alongamento e o próprio cansaço muscular contribuem muito, mas o agente causal é sempre um movimento forte de rápida contração ou movimento exagerado contra uma grande resistência. As distensões são classificadas em:

Distensão de Primeiro Grau - é um pequeno trauma da UMT que provoca dor leve, edema e incapacidade, mas geralmente, não prejudica a capacidade de o indivíduo produzir uma contração (embora dolorosa) normal do músculo envolvido.
Distensão de Segundo Grau - é uma lesão moderada da UMT, inclusive com laceração ou ruptura de um número pequeno de fibras musculares e tendinosas, que provoca dor moderada, edema e incapacidade devido à contração anormal (fraca e dolorosa) do músculo envolvido.
Distensão de Terceiro Grau - é uma ruptura completa da UMT. A dor e o edema variam de mínimos a severos, sendo a contração do músculo afetado muito anormal (fraca ou inexistente, geralmente indolor).


b) Estiramento muscular: É um alongamento exagerado do músculo sem rompimento de fibras. Ele aparece como uma dor muscular local, que piora ao esforço. Geralmente não há sinal de derrame sangüíneo. Falta de aquecimento e alongamento assim como as condições fisiológicas do músculo contribuem para a ocorrência de estiramento.

c) Ruptura muscular: É quando ocorre rompimento total das fibras musculares. É comum a perda de função do músculo, hipersensibilidade no ponto de ruptura e contração da massa muscular proximal ao rompimento. A dor da lesão muscular pode ser localizada ou irradiada para toda extensão do membro. O agente causal de uma ruptura é sempre um movimento forte de rápida contração ou um movimento exagerado contra uma grande resistência.

d) Caimbras: São contraturas exageradas das fibras musculares ocorrendo de maneira involuntária e dolorosa. É causada por fadiga muscular decorrentes do excesso de trabalho, vícios de postura e falta de vitamina B.

e) Tendinites: Não podemos esquecer que os tendões também fazem parte dos músculos e excluí-lo desse estudo não seria adequado. A tendinite é a lesão mais comum entre todas modalidades esportivas. Ocorre quando o indivíduo desenvolve gesto mecânico inadequado ou gesto mecânico de altíssimas repetições. A tendinite nada mais é que uma inflamação nos tendões. São exemplos de tendinites: a tendinite do tendão de Aquiles, a tendinite do rotator do punho, a tendinite bicipital, a doença de Quervain, a tendinite peronial e a tendinite tibial posterior entre outras.

f) Contusão muscular: É uma lesão traumática aguda decorrente de trauma direto aos tecidos moles que provoca dor e edema. A contusão vai de leve até uma grande infiltração de sangue nos tecidos circundantes.

Algumas considerações sobre contusões musculares:

O atleta sente, inicialmente, um pouco de dor ou desconforto; porém, muitas vezes, desenvolve-se rapidamente, quando o atleta esfria, rigidez, dor e edema. Não se devem empregar tratamentos com calor, massagens e turbilhonamento, pois essas terapias aumentam a hemorragia.

FISIOTERAPIA DESPORTIVA

A atuação da fisioterapia desportiva está intimamente ligada a prática da atividade fisica.

LESÕES HABITUAIS
Sendo o corpo, e principalmente o sistema músculo-esquelético, o objecto privilegiado de todos os desportos ou da actividade física, pode ser sujeito a uma série de inconvenientes de ordem física.
A maioria das lesões desportivas são resultado de um traumatismo "externo", de forças dinâmicas internas ou de um esforço de sobre uso.

Conhecer as suas causas e mecanismos será a melhor maneira de as evitar e controlar.

Sempre que sentir dor, diminuição de força, instabilidade, tensão muscular intensa, procure imediatamente um profissional de saúde para avaliar o grau de gravidade da sua lesão, aconselhar e prestar os primeiros cuidados.
Saiba no entanto que os cuidados a ter nas primeiras 48 horas após uma lesão (ruptura muscular ou ligamentar, entorse, traumatismo, etc.) são determinantes para uma recuperação mais rápida e eficiente.

Assim nas primeiras 48 horasdeve ser feito:

Repouso - Parar toda a actividade que provoque aumento de dor ou outra sintomatologia.
Gelo - Aplicar na região lesada, durante 15 minutos , de 3 em 3 horas.
Compressão - Comprimir a região lesada de modo a controlar o edema e o derrame.
Elevação - Elevar a zona lesada de modo a facilitar a circulação sanguínea de retorno.
Avaliação/Diagnóstico - Procure imediatamente um profissional de saúde qualificado no despiste, tratamento e aconselhamento destas situações.

Não se deve fazer
Calor - Promove a vasodilatação, aumentando o derrame.
Álcool - Não deve beber bebidas alcoólicas porque o álcool é um potente vasodilatador.
Massagem - Aumenta o edema e o derrame, sendo agressiva para os tecidos em cicatrização.
Actividade - Solicitar demasiado cedo as estruturas pode agravar a situação.

REGRESSO À ATIVIDADE FÍSICA
Para retomar a actividade desportiva de forma segura, não basta estar completamente recuperado da sua lesão.
É essencial readquirir força, flexibilidade, mobilidade, equilíbrio, coordenação e segurança emocional, para uma prática saudável do exercício físico.

COMO É QUE UM FISIOTERAPEUTA O PODERÁ AJUDAR

O Fisioterapeuta é um profissional de saúde qualificado na prevenção, avaliação e tratamento das lesões dos tecidos moles.
Com conhecimentos de biomecânica, patologia tecidular, fisiologia da reparação e muitas vezes com prática em equipas desportivas, os Fisioterapeutas estão habilitados a fazer:

Despiste, aconselhamento, prevenção e tratamento das lesões de natureza traumatológica e ortopédica;
Programas de exercícios adequados de aquecimento, alongamento, flexibilidade e fortalecimento;
Imobilizações com objectivos terapêuticos ou de prevenção;
Selecção de materiais adequados para a prática desportiva, como por exemplo a escolha do calçado;
Planos de cuidados e de integração progressiva na actividade desportiva.

domingo, 13 de janeiro de 2008

Mousse de Suco de Frutas Fácil

Média: (8 votos)

Ingredientes

1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite com soro
a mesma quantidade de suco já pronto (manga, goiaba,
pêssego)
1 envelope de gelatina em pó sem sabor

Modo de Preparo

Coloque o leite condensado, com a mesma quantidade do suco e bata
bem no liquidificador. Depois coloque o creme de leite (com o
soro) e bata de novo. Prepare a gelatina de acordo com a
embalagem, junte à mistura e torne a bater. Coloque numa forma,
deixe no refrigerador por algumas horas. Sirva bem gelado.

  • Categoria:Doces e sobremesas
  • Tempo de Preparo: 15 min
  • Tipo de Preparo: Sem cozimento
  • Rendimento: 6 porções

Sucos Energéticos

Média: (79 votos)

Ingredientes

Sucos de erva cidreira Com limão:

- 1 xícara (chá) de folhas de capim santo picadas
- 200 ml de água
- 3 colheres (sopa) de mel
- Suco de 2 limões
- Gelo

Com kiwi:

- 1 xícara (chá) de folhas de capim santo picadas
- 100 ml de água com gás
- 2 colheres (sopa) de mel
- 2 kiwis descascados e congelados

Com morango:

- 1 xícara (chá) de capim santo picado
- 200 ml de água
- 2 colheres (sopa) de mel
- 2 xícaras (chá) de morangos congelados

Com laranja e abacaxi:

- 1 xícara (chá) de capim santo picado
- 200 ml de suco de laranja
- 3 colheres (sopa) de mel
- 2 rodelas de abacaxi (2 cm espessura cada) congelado

Modo de Preparo

Com limão:

Bata no liquidificador o capim santo com a água. Coe e leve para
bater novamente com o mel, o suco de limão e o gelo.

Com kiwi:

Bata no liquidificador o capim santo com a água. Coe e leve para
bater novamente com o mel e os kiwis.

Com morangos:

Bata no liquidificador o capim santo com a água.Coe e leve para
bater novamente com o mel e os morangos.

Com laranja e abacaxi:

Bata no liquidificador o capim santo com o suco de laranja. Coe e
leve para bater novamente com o mel e o abacaxi.


  • Categoria:Bebidas
  • Tempo de Preparo: 15 min
  • Tipo de Preparo: Sem cozimento

Coquetel de Frutas de Preguiçoso

Média: (104 votos)

Ingredientes

-2 litros de guaraná
-1 lata de leite condensado
-1 litro de iogurte (sabor de sua preferência)

Modo de Preparo

Bater tudo no liquidificador, deixar gelar e servir.

  • Categoria:Bebidas
  • Tempo de Preparo: 10 min
  • Tipo de Preparo: Sem cozimento
  • Rendimento: + de 10 porções

Suco Bom Dia

Média: (79 votos)

Ingredientes

1 litro de água;
2 polpas de fruta de abacaxi;
1/2 laranja espremida;
1/2 maçã picada;
3 morangos;
açúcar à gosto

Modo de Preparo

ponha no liquidificador a água o açúcar e as polpas de abacaxi,
bata.
depois da polpa batida junte os morangos a maçã e esprema a
larnja

Pulo do Gato

agite antes de servir
  • Categoria:Bebidas
  • Comida: Brasileira
  • Tempo de Preparo: 20 min
  • Tipo de Preparo: Sem cozimento
  • Preço: R$4,00
  • Rendimento: 5 porções

Suco Durma Bem

Média: (14 votos)

Ingredientes

-1 litro de água
-5 morangos médios
-1/2 laranja espremida
-1 polpa de fruta de abacaxi
-250ml de suco concentrado de maracujá
-50ml de suco de limão
-1 colher (de café) de mel
-açúcar a gosto

Modo de Preparo

Junte todos os ingredientes no liquidifcador e bata por 15
minutos sem parar na velocidade baixa, depois sirva.

Pulo do Gato

Eu não estava conseguindo dormir e resolvi misturar
todos estes ingredientes, além de ficar super
gostoso, combate a insônia por causa da colher de
mel.


  • Categoria:Bebidas
  • Comida: Brasileira
  • Preço: R$6,00
  • Rendimento: 5 porções

Suco Milila

Média: (54 votos)

Ingredientes

-1 lata de milho verde
-1 xícara (chá) de laranja (suco)
-1/2 xícata (chá) de limão (suco)
-2 xícaras (chá) açúcar
-1 litro de água

Modo de Preparo

Despreze a água do milho verde e bata-o, no liquidificador, com o
suco das laranjas, dos limões, o açúcar e a água. Coe, sirva bem
gelado.

Pulo do Gato

Bom para saúde dos nervos e músculos. Melhora a
circulação.
  • Categoria:Bebidas
  • Comida: Brasileira
  • Tempo de Preparo: 20 min
  • Tipo de Preparo: Sem cozimento
  • Preço: R$5,00
  • Rendimento: 5 porções

Batidinha de Morango Sem Álcool

Média: (50 votos)

Ingredientes

-3 colheres (chá) de açúcar
-5 morangos
-200ml de refrigerante de limão

Modo de Preparo

Amasse o morango com o açúcar usando um pilão, depois coloque em
um copo e coloque o refrigerante.

  • Categoria:Bebidas
  • Tempo de Preparo: 10 min
  • Preço: R$1,00
  • Rendimento: 1 porção

Falso Champagne

Média: (135 votos)

Ingredientes

1 lata de refrigerante de guaraná gelado
a mesma medida de vinho branco seco

Modo de Preparo

Misture os dois e sirva

  • Categoria:Bebidas
  • Rendimento: 2 porções

Limonada Suica

Média: (20 votos)

Ingredientes

2 limoes tahiti grandes
1 litro de agua gelada
cubos de gelo
1 copo de leite
acucar a gosto

Modo de Preparo

corte os limoes com casca e tudo, coloque no liquidificador com
meio copo de agua a bata por um minuto. coe, e volte no
liquidificador agora com o restante da agua, gelo, acucar...bata
bem e a medida que esta liquidificando acrescente o leite.fica
uma delicia!!!

  • Categoria:Bebidas
  • Rendimento: 6 porções

Suco de Couve Com Banana

Média: (44 votos)

Ingredientes

-3 bananas
-3 folhas de couve
-1 litro de suco de laranja natural
-1 limão
-açúcar ou mel a gosto

Modo de Preparo

Bater no liquidificador a couve e o suco da laranja depois coar,
acrescentar em seguida, as bananas e bater. Acrescentar o açúcar
ou o mel.

  • Categoria:Bebidas
  • Comida: Brasileira
  • Tempo de Preparo: 15 min
  • Tipo de Preparo: Sem cozimento
  • Preço: R$2,00
  • Rendimento: 5 porções

Suco da Horta

Média: (6 votos)

Ingredientes

2 xícaras(chá) de couve-manteiga
1 litro de água
1 xícara(chá) de polpa de maracujá
1 xícara (chá) de açúcar
1/2 xícara (chá) de suco de limão

Modo de Preparo

Lave bem as folhas da couve,pique-as,coloque no liquidificador e
bata com a água. Acrescente a polpa de maracujá e bata
rapidamente. Coe e junte os demais ingredientes. Sirva bem
gelado.

  • Categoria:Bebidas
  • Tempo de Preparo: 20 min
  • Preço: R$2,00
  • Rendimento: 5 porções

Suco Relaxante e Repositor de Energia

Média: (320 votos)

Suco relaxante e repositor de energia

Ingredientes
- 1 banana nanica descascada e bem amassada com o garfo
- 6 colheres (sopa) da polpa de maracujá
- 4 colheres (sopa) de mel
- 8 folhas de hortelã maceradas no pilão (ou picadinhas)
- 400 ml de água com gás bem gelada

Modo de Preparo

1º - Numa jarra, misture a banana nanica descascada e bem
amassada com o garfo, polpa de maracujá (com semente e polpa),
mel, folhas de hortelã maceradas no pilão (ou picadinhas) e
complete com água com gás bem gelada.

Sirva imediatamente.

  • Categoria:Bebidas
  • Rendimento: 2 porções

Coquetel de Frutas de Garrafa

Média: (17 votos)
Ingredientes
1 lata de creme de leite
1 lata de leite condensado
1/2 vidro de suco de maracujá de 500ml
1/2 vidro de suco de abacaxi de 500ml
1/2 vidro de suco de goiaba de 500ml
1 copo de suco de groselha
2 garrafas de refrigerante de laranja de 600ml

Modo de Preparo

Coloque os sucos, o creme de leite e o leite condensado no
liquidificador , menos o refrigerante e bata. Após retire a
metade do conteúdo do liquidificador e coloque em uma jarra.
complete a metade que ficou no liquidificador com 1 garrafa de
refrigerante de laranja e bata no liquidificador, coloque em uma
jarra e leve para a geladeira. A outra metade que estava
reservada na jarra volta ao liquidificador e completa com a outra
garrafa do refrigerante de laranja e bate no liquidificador.
Coloque em outra jarra e coloque na geladeira.

  • Categoria:Bebidas
  • Comida: Brasileira
  • Tempo de Preparo: 20 min
  • Tipo de Preparo: Sem cozimento
  • Preço: R$15,00
  • Rendimento: + de 10 porções

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Esboços dos livros biblicos

Ester
Autor:
Desconhecido
Data: Cerca de 465 aC

Autor
O nome do autor é desconhecido. Mas o livro foi escrito por um judeu que conhecia os costumes e a linguagem dos persas. Talvez Mardoqueu ou Esdras tenha sido o autor.

Data
O livro de Ester é uma narração bem elaborada, que relata como o povo de Deus foi preservado da ruína durante o séc. V aC.
O livro toma seu nome de uma mulher judia, bela e órfã, que tornou-se rainha do rei persa Assuero. Acredita-se que este rei tenha sido Xerxes I, que sucedeu Dario I, em 485 aC, e governou 127 províncias, desde a Índia até a Etiópia, durante vinte anos. Viveu em Susã, a capital persa. Naquela época, certo número de judeus ainda se encontrava na Babilônia sob o governo persa, embora tivesse liberdade para retornar a Jerusalém (Et 1-2) há mia de cinqüenta anos. A história se desenrola num período de quatro anos, iniciando no terceiro ano do reinado de Xerxes.

Conteúdo
Ester é um estudo da sobrevivência do povo de Deus em meio à hostilidade. Hamã, o homem mais importante depois do rei, deseja a aniquilação dos judeus. Ele manipula o rei para que execute os judeus. Ester é introduzida em cena e Deus faz uso dela para salvar seu povo. Hamã é enforcado; e Mardoqueu, líder dos judeus no Império Persa, se torna primeiro ministro. A festa de Purim é instituída para marca a libertação dos judeus.
Um aspecto peculiar no Livro de Ester é que o nome de Deus não é mencionado. No entanto, vestígios de Deus e seus caminhos transparecem em todo o livro, especialmente na vida de Ester e Mardoqueu. Da perspectiva humana, Ester e Mardoqueu foram as duas pessoas do povo menos indicadas pras desempenhar funções importantes na formação da nação. Ele era um judeu benjamita exilado; ela era prima órfã de Mardoqueu, adotada por este (2.7). A maturidade espiritual de Ester se percebe na virtude dela saber esperar pelo momento que Deus julgou adequado, para, então, pedir ao rei a salvação do povo e denunciar Hamã (5.6-8; 7.3-6). Mardoqueu também revela maturidade para aguardar que Deus lhe indicasse a ocasião correta e lhe orientasse. Em conseqüência, ele soube o tempo certo de Ester desvendar sua identidade judaica (2.10). Esta espera divinamente orientada provou se crucial (6.1-14; 7.9,10) e comprova a base espiritual do livro.
Finalmente, tanto Ester quanto Mardoqueu temiam a Deus, não a homens. Independentemente das conseqüências, Mardoqueu recusou-se a prestar honras a Hamã. Ester arriscou sua vida por amor do seu povo quando foi ao rei sem ter sido convidada. A missão de Ester e Mardoqueu sempre foi salvar a vida que o inimigo planejava destruir (2.21-23; 4.1-17; 7.1-6; 8.3-6) Como resultado, conduziram a nação à liberdade, foram honrados pelo rei e receberam autoridade, privilégios e responsabilidades.

O Espírito Santo em Ação
Embora não se mencione diretamente o ES, sua ação produziu em Ester e Mardoqueu profunda humildade, conduzindo-os ao amor mútuo e à lealdade (Rm 5.5)
O ES também dirigiu e fortaleceu Ester para jejuar pelo seu povo e pedir que este fizesse o mesmo. (Rm 8.26,27).

Esboço de Ester

I. Uma nova rainha é escolhida 1.1-2.17

O rei Assuero mostra seu poder e celebra uma festa 1.1-8
A rainha Vasti e deposta 1.9-22
Ester é escolhida para ser rainha 2.1-18

II. A vida do rei é salva 2.19-23

Mardoqueu descobre uma conspiração 2.19-21
Ester informa o rei 2.22-23

III. É feito um plano contra os judeus 3.1-4.17

Hamã planeja destruir os judeus 3.1-15
Mardoqueu persuade Ester a intervir 4.1-14
Ester solicita a ajuda de Mardoqueu 4.15-17

IV. Mardoqueu é exaltado 5.1-6.14

Ester prepara um banquete 5.1-8
Hamã planeja destruir Mardoqueu 5.9-14
Hamã é forçado a honrar Mardoqueu 6.1-14

V. Hamã é enforcado 7.1-10

Ester revela sua identidade e expõe Hamã 7.1-6
Hamã e enforcado na forca preparada para Mardoqueu 7.7-10

VI. Os judeus são salvos 8.1 –9.17

Ester leva seu pedido ao rei 8.1-6
O rei emite um decreto a favor dos judeus 8.7-17
Os judeus derrotam seus inimigos 9.1-17

VII. A Festa de Purim é estabelecida 9.18-10.3

Os judeus celebram o primeiro Purim 9.18-32
O rei eleva Mardoqueu 10.1-3

Fonte: Bíblia Plenitude



Autor:
Incerto (Moises ou Salomão)
Data: Não especificada ( do séc. V ao II aC)

Autor
A autoria de Jó é incerta. Alguns eruditos atribuem o livro a Moisés. Outros atribuem a um dos antigos sábios, cujos escrito podem se encontrados em Provérbios ou Eclesiastes. Talvez o próprio Salomão tenha sido seu autor.

Data
Os procedimentos, os costumes e o estilo de vida geral do livro de Jó são do período patriarcal (cerca de 2000-1800 aC). Apesar dos estudiosos não concordarem quanto à época em que foi compilado, este texto é obviamente o registro de uma tradição oral muito antiga. Aqueles que atribuem o livro a Moisés, acham que a história surgiu lá pelo séc. XV aC. Ouros acham que surgiu lá pelo séc. II aC. A maior parte dos conservadores atribuem Jó ao período salomônico, pela metade do séc. X aC.

Conteúdo
A própria Escritura atesta que Jó foi uma pessoa real. Ele é citado em Ez 14.14 e Tg 5.11. Jó era um gentil. Acredita-se que era descendente de Naor, irmão de Abraão. Conhecia Deus pelo nome de “Shaddai” - o Todo Poderoso. (Há 30 referências a Shaddai no Livro de Jó). Ele era um homem rico e levava um estilo de vida siminômade.
O Livro de Jó tem sido chamado de “poema dramático de uma história épica”. Os caps 1-2 são um prólogo que descreve o cenário da história. Satanás apresenta-se ao Senhor, junto com os filhos de Deus, e desafia a piedade de Jó, dizendo: “Porventura, teme Jó a Deus debalde?” (1.9). Vai mais longe e sugere que se Jó perdesse tudo o que possuía, amaldiçoaria a Deus. Deus dá licença a satanás para provar a fé que tinha Jó, privando-o de sua riqueza, da sua família e, finalmente, da sua saúde. Mesmo assim, “em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios” (2.10). Jó, então, é visitado por três amigos—Elifaz, o temanita; Bildade, o suíta e Zofar, o naamatita; que ficam impressionados pela deplorável condição de Jó que permanecem sentados com Jó durante sete dias sem dizer uma só palavra.
A maior parte do livro é composta por três diálogos entre Jó e Zofar, seguidos pelo desafio de Eliú a Jó. Os quatro homens tentam responder a pergunta: “ Por que sofre Jó?” Elifaz, argumentando a partir da sua experiência, declara que Jó sofre porque pecou. Argumenta que aqueles que pecam são punidos. Como Jó está sofrendo, obviamente pecou. Bildade, sustentando sua autoridade na tradição, sugere que jó é um hipócrita. Também ele faz a inferência de que se os problemas vieram, então Jó deve ter pecado. “Se fores puro e reto, certamente, logo despertará por ti” (8.6). Zofar condena Jó por verbosidade, presunção, e pecaminosidade, concluindo que Jó está recebendo menos do que merece: “Pelo que sabe Deus exige de ti menos do que merece a tua iniqüidade” (11.6)
Os três homens chegam basicamente à mesma conclusão: o sofrimento é conseqüência direta do pecado, e a iniqüidade é sempre punida. Argumentam que é possível avaliar o favor ou desfavor de Deus a alguém pela prosperidade ou adversidade material. Assumem erroneamente que o povo pode compreender os caminhos de Deus sem levar em conta o fato de que as bênçãos e a retribuição divina podem ir além da vida presente.
Na sua resposta aos seu amigos, Jó reafirma a sua inocência, dizendo que a experiência prova que tanto o justo como o injusto sofrem, e ambos desfrutam momentos de prosperidade. Lamenta o seu estado deplorável e as sua tremendas perdas, expressando a sua tristeza em relação a eles por acusarem-no em lugar de trazer-lhe consolo.
Depois que os três amigos terminam, um jovem, chamado Eliú, confronta-se com Jó, que prefere não responder suas acusações. O argumento de Eliú pode ser resumido desta maneira: Deus é maior do que qualquer ser humano, isso significa que nenhuma pessoa tenha o direito ou autoridade de exigir uma explicação dele. Argumenta que o ser humano não consegue entender algumas coisas que Deus faz. Ao mesmo tempo, Eliú sugere que Deus irá falar se ouvirmos. A sua ênfase está na atitude do sofredor, ou seja, uma atitude de humildade levará Deus a intervir. Essa é a essência da sua mensagem: em vez de aprender com o seu sofrimento, Jó demonstra a mesma atitude dos ímpios para com Deus, e esta é a razão pela qual ainda está sofrendo aflição. O apelo de Eliú a Jó é: 1) ter fé verdadeira em Deus, em vez de ficar pedindo explicação. 2) Mudar a sua atitude para uma atitude de humildade.
Não se deve concluir que todas as objeções dos amigos de Jó representem tudo o que se pensava de Deus durante aquela época. Na medida em que a revelação da natureza de Deus foi se fazendo conhecida através da história e das Escrituras, descobrimos que algumas dessas opiniões eram incompletas. Evidentemente, isso não faz com que o texto seja menos inspirado, antes nos dá um relato inspirado pelo ES dos incidentes como realmente aconteceram.
Quando os quatro concluíram, Deus respondeu a Jó de dentro de um remoinho. A resposta de deus não é uma explicação dos sofrimentos de Jó, mas, através de uma série de perguntas, Deus procura tornar Jó mais humilde. Quando relemos a fala de Deus através do remoinho, tiramos três conclusões a respeito do sofrimento de Jó: 1) não aparece a intenção de se revelar a Jó a causa dos seus sofrimentos. Deus não podia, provavelmente, explicar alguns aspectos do sofrimento humano, no momento em que acontece, sem o risco de destruir o próprio objetivo que esse sofrimento é destinado a cumprir. 2) Deus se envolve com a realidade do ser humano: Jó e o seu sofrimento são suficientes que Deus fale com ele. 3) o propósito de Deus também era o de levar Jó a abrir mão da sua justiça própria, da sua defesa própria e sabedoria auto-suficiente, de forma que pudesse buscar esses valores em Deus.

O Espírito Santo em Ação
Eliú, em seu debate com Jó , faz três declarações significativas sobre o papel do ES no relacionamento do povo com Deus. Em 32.8, declara que o nível de compreensão de uma pessoa não está relacionada à sua idade ou etapa de vida, mas é antes o resultado da operação do Espírito de Deus. O Espírito é o autor da sabedoria dando a cada um a capacidade de conhecer e tirar lições pessoais das coisas que acontecem na vida. Assim, conhecimento e sabedoria são bênçãos do Espírito aos homens.
O Espírito de Deus é também a fonte da própria vida (33.4). Se não fosse pela influência direta do Espírito, o homem como nós o conhecemos não teria chegado a existir. Assim foi na criação original do homem, e assim continua sendo. Eliú declara que a sua própria existência dá testemunho do poder criador do Espírito. O Espírito de Deus é o Espírito da vida.
Como o Espírito de Deus dá vida e sabedoria ao homem, ele também é essencial à própria continuidade da raça humana. Se Deus tivesse que desviar a sua atenção para outro lugar, se tivesse que retirar o seu Espírito-que-dá-vida deste mundo, certamente a história humana chegaria ao seu fim (34.14,15). A intenção de Eliú é deixar claro que Deus não é caprichoso nem egoísta, pois cuida do ser humano, sustenta-o de forma constante pela abundante presença do seu Espírito. Dessa forma, o Espírito Santo no livro de Jó é o criador e mantenedor da vida, conferindo –lhe significado e racionalidade.

Esboço de Jó

Introdução 1.1-2.13

Jó é consagrado e rico 1.1-5
Satanás desafia o caráter de Jó 1.6-12
Satanás destrói as propriedades e os filhos de Jó 1.13-22
Satanás ataca a saúde de Jó 2.1-8
Reação da esposa de Jó 2.9,10
A visita dos amigos de Jó 2.11-13

I. Diálogo entre Jó e os seus três amigos 3.1-26.1

Clamor de desespero de Jó 3.1-26
Primeiro diálogo 4.1-14.22
Segundo diálogo 15.1-21.34
Terceiro diálogo 22.1-26.14

II.Discurso final de Jó aos seus amigos 27.1-31.40
III. Eliú desafia Jó 32.1-37.24
IV. Deus responde de um remoinho 38.1-41.34
V. A resposta de Jó 42.1-6
VI. Parte histórica final 42.7-17

Fonte: Bíblia Plenitude

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