quarta-feira, 6 de junho de 2007

Células-tronco podem curar cegueira

Técnica serve para tratar perda de visão causada pela idade.
Cirurgia demora cerca de 45 minutos.

Uma equipe de cientistas britânicos desenvolveu uma técnica baseada no transplante de células-tronco com que pretendem curar a cegueira adquirida com a idade através de uma cirurgia de pouco mais de 45 minutos.

Este novo método, apresentado hoje em Londres e que os cientistas esperam colocar em prática em cinco anos, pretende transplantar células-tronco obtidas em laboratório às retinas danificadas do paciente, de modo que estas possam voltar a funcionar corretamente por si mesmas.

"Nosso objetivo é, em um prazo de cinco anos, ter dez ou doze pacientes submetidos ao tratamento", afirmou Pete Coffey, da Universidade de Londres, instituição que participa do projeto junto à Universidade de Sheffield (centro da Inglaterra) e ao hospital oftalmológico Moorfields, da capital britânica.

"Se esta técnica não se transformar em algo rotineiro em dez anos, significará que fracassamos. Tem que ser um método a serviço de um grande número de pessoas", acrescentou.

A ciência já tinha desenvolvido uma técnica parecida que usava células extraídas da parte periférica do olho não danificada, mas este método requeria duas operações de mais de duas horas e acarretava complicações ao paciente.

Com esta nova técnica, que resultou bem-sucedida nos testes realizados em ratos, os cientistas pretendem fazer com que o tratamento para recuperar a visão seja mais rápido, fácil e útil para as pessoas com cegueira associada à idade, doença para a qual a técnica foi desenvolvida.

Os cegos devido à Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), cerca de 14 milhões na Europa, serão os únicos que poderão se beneficiar com este tratamento, cuja pesquisa foi financiada por um cidadão anônimo com uma doação de � 6 milhões.

A DMRI é uma doença associada à deterioração e aos danos na mácula, uma camada de tecido sensível à luz localizada na parte posterior do olho, no centro da retina, que permite distinguir os detalhes dos objetos.

Quando a mácula não funciona corretamente, o que os médicos vinculam ao tabagismo, à idade avançada ou a antecedentes familiares, entre outros, as áreas do centro do campo visual começam a perder nitidez devido à degeneração das células do pigmento da retina.

São estas células que os cientistas pretendem agora obter em laboratório e posteriormente transplantar à retina para que o olho recupere a visão.

terça-feira, 5 de junho de 2007

Psicologia

ANSIEDADE

Existe a ansiedade que é inerente à algum tipo de situação estressante por exemplo: fiquei ansiosa para apresentar o trabalho.
Esse é um tipo de ansiedade que não é inerente a um indivíduo não faz parte de sua personalidade e sim a situação vivenciada, esse tipo de ansiedade pode ser vivenciada por qualquer indivíduo: por exemplo: muita gente estava ansioso pelo gol 1000 do Romário.


Mas quando essa ansiedade torna-se um distúrbio aí sim ela vira uma patologia. muitas neuroses tem início com a ansiedade. pode gerar também distúrbios como transtorno obsessivo compulsivo, que é aquele que faz repetidamente alguma coisa. por exemplo: lavar as mãos inúmeras vezes.


Psicose pode ser associada a neurose ou não, mas ela surge o neurose, é um agravamento da neurose. e o paciente psicótico, necessita de tratamento clínico, de terapia pois não conseguirá conviver em sociedade.


EMOÇÃO

Emoção - Embora toda emoção implique em uma grande carga de sentimentos, ela é algo mais amplo, pois possui um componente cognitivo, sendo através deste que os sentimentos de uma pessoa vão se associar ao ambiente.
Desta forma, emoção pode ser definida como: estados internos caracterizados por sensações, reações fisiológicas e comportamento em expressivos específico.

Subjetivo - ligado à sensação e a cognição;


Fisiológico - refere-se às reações em estado de ansiedade (suores, tremores, descarga de adrenalina e outros);

Comportamental - se refere à verbalizações, gestos, postura, expressões faciais e ações.
A forma como um indivíduo expressa suas emoções, depende de muitos fatores: da imagem que possui de si mesmo, de seus valores, do seu sentido sobre o que é “correto”, da pressão de seus amigos (ou outros significantes), das experiências anteriores.


Compreender o processo através do qual a emoção se manifesta é de grande importância para se perceber de maneira correta as nossas próprias emoções e das pessoas que nos cercam.
As emoções negativas são aquelas ligadas a indicação de uma necessidade, um motivo não satisfeito, enquanto que as positivas são aquelas que indicam satisfação.

Desta forma, ao vermos uma pessoa chorando, este choro pode indicar alegria ou tristeza, para que possamos identificar e saber como se comportar em relação a esta pessoa, é preciso que tenhamos consciência do contexto em que ocorre tal manifestação de emoção.
Compreender o processo através do qual a emoção se manifesta é de grande importância para se perceber de maneira correta as nossas próprias emoções e das pessoas que nos cercam.

SKINNER


1 - O que é condicionamento operante?
É quando a gente molda o comportamento a partir da operação do sujeito, ou seja, da ação do sujeito. (maneira como eu faço com que o sujeito entenda que ele vai ser premiado quando tiver o comportamento que eu espero dele).
Por exemplo: se quero um sujeito tenha um comportamento positivo, ofereço a ele estímulos positivos para que ele permaneça com aquele comportamento.
Segundo Skinner o desenvolvimento se dá através de reações aos estímulos recebidos podendo ser positivo ou negativo.

2- O que significa aprender para Skinner?
Significa mudança de comportamento do indivíduo diante de alguma situação, o indivíduo demonstrA que aprendeu utilizando aquela aprendizagem no seu dia-a-dia. Nós promove vemos a aprendizagem através do estímulo resposta que recebemos as respostas positivas.

3 - O que significa condicionamento?
Significa treinar alguém para alguma coisa.

4 - Em que constitui e o chamado estímulo- resposta na teoria de Skinner?
Constitui-se em sempre oferecer um estímulo que traga uma resposta seja ela positiva ou negativa.

5 - Diferencie reforço positivo do negativo ?
Reforço positivo - quando o indivíduo tem comportamento positivo eu ofereço a ele e estímulos positivos. Deve ser feito através de premiação.

Reforço negativo - se ele tiver um comportamento negativo dou a ele um reforço negativo. Basta que seja feita com a ausência de premiação.

6 - Para Skinner como o extinguir um determinado comportamento?
Se o comportamento do indivíduo for muito grave aplicarei uma sanção que levará é a extinsão daquele comportamento. Só defende a punição quando é necessária a extinção daquele comportamento.


7 - Diferencie obediência de educação:
Obediência - para que o indivíduo haja de uma determinada maneira é necessário um sensor. ( alguém que tome conta daquilo que estou fazendo).
Educação – Quando já assimilamos a aprendizagem e temos o comportamento independente de qualquer situação, mesmo quando não estamos sendo observados.

CONCEITO DE PSICOPATOLOGIA

Psicopatologia- do grego psykhé, que significa espírito, e patologia o estudo das doenças e seus sintomas. Assim, psicopatologia significa literalmente o estudo das doenças do espírito. É o estudo das alterações patológicas dos fenômenos psíquicos, como por exemplo, do pensamento, da afetividade, do comportamento , etc.

A psicopatologia se estabelece através da observação de fenômenos do psiquismo humano e presta indispensável colaboração aos médicos em geral, aos psiquiatras em particular, aos psicólogos, sociólogos e a todo o grupo das ciências humanas, pois ao se considerar o sintoma isoladamente, como por exemplo uma alucinação, em que este é definido como "um juízo falso ao qual se apega apesar de todas as provas em contrário", estaríamos recorrendo a fórmulas verbais tecnicamente corretas, mas sem levar em consideração o que, de fato, significa para o paciente a experiência alucinatória e delirante.

O diagnóstico em psicopatologia.
A psicopatologia é o estudo sistemático do comportamento, da cognição e da experiência anormais; o estudo dos produtos de uma mente com um transtorno mental. Isto inclui as psicopatologias explicativas, nas quais existem supostas explicações, de acordo com conceitos teóricos (p.ex., a partir de uma base psicodinâmica, comportamental ou existencial, e assim por diante), e a psicopatologia descritiva , que consiste da descrição e da categorização precisas de experiências anormais , como informadas pelo paciente e observadas em seu comportamento.

Normalidade em psicopatologia.
A tendência em definir a normalidade como aquele que não é anormal é tão comum que pode ser encontrado em diversos compêndios técnicos. A normalidade, entretanto, como o termo determina, é aquele que é segundo as normas, sendo a norma, por sua vez, aquilo que se estabelece como base ou medida para avaliação ou realização de alguma coisa.
Normal e Patológico:

Critérios de Normalidade:
· Normalidade com ausência de doença - o primeiro critério que se utiliza é de saúde como "ausência de sintomas ou sinais de doença".

· Normalidade ideal - trata-se de uma norma constituída e referendada socialmente. Depende, portanto de critérios sócio-culturais e ideológicos arbitrários.

· Normalidade estatística: o normal passa a ser aquilo que se observa com maior freqüência. Os indivíduos que se situam estatisticamente fora (ou no extremo) de uma curva de distribuição normal passam a ser considerados anormais ou doentes. Este é um critério muito falho em saúde grela e mental, pois nem tudo que é freqüente é necessariamente saudável, assim como nem tudo o que é raro ou infreqüente é patológico.

· Normalidade com bem-estar - a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu em 1958 a saúde como “completo bem estar físico, mental e social, e não simplesmente como ausência de doença". Além disso, esse completo bem estar físico, mental e social é tão utópico, que poucas pessoas encaixam-se na categoria "saudáveis".

· Normalidade funcional - um fenômeno é considerado como patológico a partir do momento em que é disfuncional, provoca sofrimento para o próprio indivíduo ou para o grupo social.

· Normalidade subjetiva - é dada maior ênfase à percepção subjetiva do próprio indivíduo em relação ao seu estado de saúde, às suas próprias vivências subjetivas.

· Normalidade como liberdade - a saúde mental estaria vinculada às possibilidades de transitar, com graus distintos de liberdade.

· Normalidade operacional - onde se conclui que os critérios de normalidade e de doença em psicopatologia variam consideravelmente em função dos fenômenos específicos com os quais trabalhamos, e também de acordo com as opções fisiológicas do profissional.

Nós profissionais da área de saúde devemos nos conscientizar que para ter sucesso na reabilitação de um paciente devemos levar em consideração tanto os problemas fisiopatológicos como também os psicopatológicos.

Um conjunto de variáveis explicita o fenômeno psicopatológico, seja por causa dos melhores diagnósticos, por causa do desserviço da mídia, pela descrença espiritual, pelo excesso de atividades no dia-dia, do homem atual ser mais simbólico do que os seus ancestrais comuns isto abre um histórico para um aumento desastroso nos quadros afetivos de nossa sociedade. Uma das alternativas para esta demanda, mas não somente, são bons profissionais da saúde que entendam o homem a partir de um contexto bio-psico-social. E a priori são nestes profissionais que devemos apostar. A terapia comportamental parte desta perspectiva e tem colaborado e ajudado muitas pessoas proporcionando resultados muito satisfatórios para os diversos comportamentos inadequados. Ela é objetiva, clara e parte de um trabalho árduo de pesquisas e práticas que são comprovados cientificamente visando sempre a história do indivíduo e o seu ambiente.


MOTIVAÇÃO

• Processo ativo, intencional e dirigido a uma meta, o qual depende da interação de fatores pessoais (intrínsecos) e ambientais (extrínsecos). Apresentando um determinante energético e um determinante de direção do comportamento. Desta forma o estudo da motivação pode se diferenciar em técnicas de ativação e técnicas de estabelecimento de metas.

PRINCIPAIS CONCEITOS

a) Motivação: refere-se a um estado interno que resulta de uma necessidade e que ativa ou desperta um comportamento dirigido à satisfação da necessidade.

b) Necessidade: deficiências ou carências que podem basear-se em requisitos corporais ou aprendidos, ou em alguma combinação de ambos.
As necessidades podem ser classificadas em:
• Primárias (básicas): orgânicas ou fisiológicas (necessidades inatas)
• Secundárias: psicológicas ou sociais (necessidades "aprendidas")

c) Motivo: é tudo aquilo que impulsiona a pessoa a agir de determinada forma ou, pelo menos, que dá origem ou propensão a um comportamento específico (desejo, necessidade ou impulso). Os motivos podem ser conscientes ou inconscientes.

d) Objetivo: configuram objetos ou comportamentos que satisfazem as necessidades.

CICLO MOTIVACIONAL

• Surge uma necessidade quando o corpo se afasta significativamente de seu estado ótimo ou ideal, provocando desequilíbrio e um estado de tensão. Para restaurar o equilíbrio, a necessidade ativa um impulso (motivo, desejo). Este desencadeia um comportamento que visa ao retorno da condição de equilíbrio ou homeostase.

CICLO MOTIVACIONAL

• DESEQUILÍBRIO - NECESSIDADE - IMPULSO - ATIVA UM COMPORTAMENTO PARA ALCANÇAR - EQUILÍBRIO......


O estado de equilíbrio produz uma situação de desequilíbrio com o surgimento de novas necessidades. Por conseguinte, o ciclo recomeça...

MOTIVAÇÃO E INCENTIVAÇÃO

• MOTIVAÇÃO: processo bio-psíquico que ocorre no interior do indivíduo e deflagra, mantém e dirige o comportamento.

INCENTIVAÇÃO: processo que consiste em propiciar situações que despertam no indivíduo os motivos para iniciar, dirigir e manter um comportamento.

MOTIVAÇÃO INTRÍNSECA E EXTRÍNSECA

MOTIVAÇÃO INTRÍNSECA: a satisfação está na atividade em si, ou seja, no próprio comportamento.

MOTIVAÇÃO EXTRÍNSECA: a atividade é um meio para alcançar o objetivo.

SATISFAÇÃO DAS NECESSIDADES

• Quando um conjunto de necessidades é satisfeito, um novo conjunto o substitui.

• A manifestação de uma necessidade se baseia, geralmente, na satisfação prévia da outra em posição inferior na escala.

• A necessidade de maior força em determinado momento leva à atividade.

• As necessidades básicas são os fatores determinantes ou organizadores do comportamento da pessoa ao longo de sua vida.

• As pessoas que sempre tiveram satisfação de determinadas necessidades, são as que melhores condições têm de enfrentar uma privação ou necessidade.

EMOÇÕES E SENTIMENTOS

Embora todos nós saibamos que as emoções e os sentimentos existem, e que eles são tão essenciais à vida como o comer e o respirar, distinguir emoção de sentimento ou simplesmente defini-los, constitui uma árdua tarefa.

Não é preciso que ninguém diga que uma pessoa está triste quando a vemos chorando, pois chorar é uma reação comumente associada ao sentimento de tristeza. Tal conclusão embora pareça a mais obvia, nem sempre é verdadeira, ou você nunca chorou ou viu alguém chorando por uma situação de imensa alegria? Assim, cabe a pergunta “o que determina o modo através do qual uma pessoa reage aos próprios sentimentos?”.

Neste momento parece adequado distinguirmos a emoção dos sentimentos. Embora toda emoção implique em uma grande carga de sentimentos, ela é algo mais amplo, pois possui um componente cognitivo, sendo através deste que os sentimentos de uma pessoa vão se associar ao ambiente.

Desta forma podemos entender que os sentimentos são parte das emoções, que podem ser definidas como estados internos caracterizados por sensações, cognições, reações fisiológicas e comportamento expressivo específico.

Tal definição deixa claro que a emoção possui três aspectos: um subjetivo, um fisiológico e um comportamental. O subjetivo é ligado a sensação e a cognição; o fisiológico se refere as reações em estado de ansiedade (suores, tremores, descarga de adrenalina e outros); o comportamental se refere a verbalizações, gestos, postura, expressões faciais e ações. Embora a emoção seja um estado interno, ela possui determinantes internos e externos ao indivíduo. Todos nós nascemos com uma constituição que lança as bases do modo que viremos a experimentar nossos sentimentos.

Sobreposto a esta base está o tipo de aprendizagem que ocorre durante o nosso crescimento e desenvolvimento. Podemos citar o exemplo do pai que vê um filho chorar após um tombo e diz: “homem não chora”, tal declaração pode fazer com que a criança “engula o choro” e encontre outra forma de expressas seus sentimentos.

Assim, a forma como um indivíduo expressa suas emoções, depende de muitos fatores: da imagem que possui de si mesmo, de seus valores, do seu sentido sobre o que é “correto”, da pressão de seus amigos (ou outros significantes), das experiências anteriores. Do ponto de vista do senso comum, o comportamento emocional pode ser explicado de forma simples, sentimos algo por dentro e agimos de acordo.

Um exemplo poderia ser o de que, ao lembrarmos da morte de um amigo sentimos tristeza e então choramos, certo? Nem tanto, porém tal explicação parece tão obvia que durante muito tempo foi aceita.

No final do séc. XIX, um pesquisador chamado Willian James sugeriu que esta explicação para o comportamento emocional poderia estar equivocada, e para justificar a sua opinião formulou o exemplo a seguir: Suponha que você esteja passeando pela floresta e de repente se vê face a face com um urso feroz. Neste momento, ocorrem vários fenômenos psicológicos: tremores nas mãos, aceleração dos batimentos cardíacos, e assim por diante.

Psicologicamente falando, você está em estado de excitação, e o interpreta como medo, ao invés de alegria, raiva, ou outro sentimento intenso. Isto acontece porque você tem conhecimento de que o urso é perigoso. Você sabe que o urso é um animal carnívoro, e por isso as mudanças fisiológicas ocorridas foram transformadas em medo.

De acordo com o senso comum você tremeu porque estava com medo e de acordo com James você teve medo porque tremeu. A teoria proposta por James implica na necessidade de se ter pistas para a rotulação verbal dos sentimentos, caso contrário não sabemos o que estamos sentindo.

A primeira vista tal raciocínio pode parecer absurdo, e de fato essa teoria ficou sem uma demonstração científica até a década de 60, quando Schachter e Singer conduziram um estudo que se constituí em uma importante contribuição para o esclarecimento da relação existente entre cognição, emoções e sentimentos.

Estes autores pretenderam duplicar o estado psicológico de excitação que acompanha sentimentos intensos, fora do ambiente natural. Para tanto aplicaram em um grupo injeções de adrenalina (um estimulante que causa fortes reações fisiológicas, incluindo tremores nas mãos e aceleração do ritmo cardíaco). Parte dos participantes foi informado sobre os efeitos da injeção que tomaram, e a outra parte não recebeu tal informação. O grupo que não foi informado foi dividido em dois, sendo no primeiro infiltrado um assistente dos pesquisadores, instruído a apresentar um comportamento agressivo, e no segundo um assistente dos pesquisadores, instruído a apresentar um comportamento alegre.

Em ambos os casos os participantes compartilharam as emoções dos assistentes. O grupo que foi informado sobre os efeitos da adrenalina, foi submetido às mesmas condições, e não compartilharam as emoções dos assistentes. O que será que levou as pessoas dos dois grupos a se comportarem de forma diferente? Os participantes que sabiam dos efeitos da adrenalina, atribuíam seu estado de excitação psicológica à adrenalina. Para eles o assistente era apenas um rapaz que se comportava de maneira estranha, e cujo comportamento era irrelevante aos seus sentimentos. Enquanto que os que não sabiam dos efeitos da injeção não tinham como descobrir o porque da sua excitação fisiológica, não conseguindo evitá-la. Eles tinham a necessidade de explicar seus sentimentos de alguma forma e o assistente lhes deu condições para isso. Desta forma podemos concluir que os rótulos verbais utilizados para designar as emoções resultam tanto da experiência de mudança fisiológica, e dos sentimentos, como também dos processos cognitivos que nos permite interpretar estes sentimentos em seu contexto social.

Sobre a natureza das emoções, podemos dizer que possuímos tanto emoções positivas quanto negativas. Entretanto, não há como pré-determinar que emoções são positivas e que emoções são negativas. Tal classificação vai depender do contexto no qual elas se apresentam. As emoções negativas são aquelas ligadas a indicação de uma necessidade, um motivo não satisfeito, enquanto que as positivas são aquelas que indicam satisfação.

Desta forma, ao vermos uma pessoa chorando, este choro pode indicar alegria ou tristeza, para que possamos identificar e saber como se comportar em relação a esta pessoa, é preciso que tenhamos consciência do contexto em que ocorre tal manifestação de emoção.

Referências: GRACE, M. S. Introdução ao Estudo da Psicologia. São Paulo: Cultrix, 1978. STATT, D. A. Introdução à Psicologia. São Paulo: Harbra, 1977.

Embora toda emoção implique em uma grande carga de sentimentos, ela é algo mais amplo, pois possui um componente COGNITIVO estados internos caracterizados por sensações, cognições, reações fisiológicas e comportamento expressivo específico.

SUBJETIVO - ligado à sensação e a cognição;

FISIOLÓGICO - se refere às reações em estado de ansiedade (suores, tremores, descarga de adrenalina e outros);

COMPORTAMENTAL - se refere à verbalizações, gestos, postura, expressões faciais e ações. Embora a emoção seja um estado interno, ela possui determinantes internos e externos ao indivíduo. Tipo de aprendizagem que ocorre durante o nosso crescimento e desenvolvimento. Ex. HOMEM NÃO CHORA !

A forma como um indivíduo expressa suas emoções, depende de muitos fatores: da imagem que possui de si mesmo, de seus valores, do seu sentido sobre o que é “correto”, da pressão de seus amigos (ou outros significantes), das experiências anteriores. Suponha que você esteja passeando pela floresta e de repente se vê face a face com um urso feroz.

Compreender o processo através do qual a emoção se manifesta é de grande importância para se perceber de maneira correta as nossas próprias emoções e das pessoas que nos cercam.





domingo, 3 de junho de 2007

Como brilhar numa festa

Dicas dos especialistas ouvidos pela revista Psychology Today para controlar a timidez.

Nada de se esconder atrás da mesa de coquetel de camarão. Com um pouco de preparo, é possível conseguir mais do que apenas petiscos.


Tenha um mapa
O ato de conversar com estranhos costuma ter cinco estágios: apresentações; tentar puxar assunto; descobrir pontos em comum; dizer que vai embora; trocar informações para contato. Se você incorporar esses passos, terá um mapa mental das etapas que devem ser seguidas. Isso pode ajudá-lo a não se sentir perdido Fique informado Se for a algum lugar na semana que vem, tente saber o que aconteceu por lá nesta semana. Isso ajuda a conversa a fluir. Há outros truques, como fazer comentários sem a intenção de impressionar e não julgar idéias logo que aparecerem. Os outros vão se sentir mais à vontade se acharem que o que disserem não vai ser analisado.

Faça um aquecimento
Chegue cedo para encontrar uma pessoa de cada vez. Então passe para a fase das conversas rápidas. Falar com muitas pessoas por pouco tempo ajuda a aliviar a pressão. Circule pela festa e fale sobre o mesmo assunto com oito ou dez pessoas. Depois você pode voltar e falar com as pessoas que interessam

Seja receptivo
Quando alguém tenta esconder a ansiedade atrás de uma máscara de neutralidade, os outros podem ficar incomodados e interpretar como frieza ou hostilidade. Para treinar uma expressão mais receptiva, olhe-se no espelho com um sorriso.

Os primeiros 30 segundos

Aproximar-se de uma pessoa que não conhecemos é difícil, mas as vantagens podem compensar um pouco de ansiedade

Reviva um bom momento
Quando alguém não se sente bem consigo mesmo, os outros percebem. Fingir também não engana ninguém. Em vez disso, lembre-se da última vez em que se sentiu radiante por dentro e por fora, e seu corpo vai reagir.

Contato visual é sinal de atenção
Para causar uma boa primeira impressão, tenha uma atitude natural e receptiva e faça contato visual. Olhar nos olhos da outra pessoa demonstra que você não está pensando em alguma outra coisa. Para suavizar o olhar, mova os olhos pelo rosto do outro.

Diga alguma coisa
Para quebrar o gelo, faça algum comentário sobre o ambiente. A intenção é apenas demonstrar disposição para conversar. Muitas pessoas acham que precisam ser espirituosas. Mas o que realmente precisam é ser simpáticas.

Dê informações extras
Para animar a conversa, acrescente detalhes do tipo "Moro na rua tal, perto de uma padaria fantástica." Isso dá à outra pessoa mais opção para continuar. A conversa não desanima. Para ser um comentário produtivo, não precisa ser nada profundo ou pessoal.

Não saia andando
Se a conversa pára por uns instantes, você entra em pânico e foge? Se tiver certeza de que é hora de acabar, retome algumas partes da conversa e demonstre que ela foi boa. Assim, fica mais fácil entrar em contato no futuro.

Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG77563-5856,00.html

sábado, 2 de junho de 2007

Células-tronco para ELA

A Esclerose Lateral Amiotrófica (ou ELA) é uma doença neurodegenativa que afeta cerca de 1 em cada 30.000 pessoas. Os sintomas não acontecem de uma hora para outra, mas vão aparecendo devagar, por isso a ELA é também classificada como uma doença do desenvolvimento.
Nos EUA, a doença ficou conhecida devido a um famoso jogador de beisebol durante as décadas de 1920 e 1930.A população americana acompanhou o drama de Lou Gehrig, que deixou de jogar e veio a falecer poucos anos após o surgimento dos primeiros sintomas da doença. Sinais precoces de ELA incluem a perda da força muscular e a degeneração dos neurônios motores (responsáveis pelo movimento), levando a paralisia, inclusive do sistema respiratório. Outro famoso portador de ELA, talvez mais conhecido no Brasil, é o físico Stephen Hawking.ELA é uma doença misteriosa.
Até hoje não se sabe exatamente como ela começa. Cerca de 90% dos casos são esporádicos, ou seja, acontecem sem que o paciente tenha um precedente familiar. Em apenas 20% dos 10% restantes, conseguiu-se demonstrar que a doença era causada por uma mutação no gene chamado SOD1 em todas as células do indivíduo, inclusive nos neurônios.
Infelizmente, a identificação do gene não trouxe uma clara demonstração de como ele poderia causar a doença, mas permitiu criar modelos animais carregando o gene mutado, com sintomas semelhantes a ELA em humanos. Nesses animais, pode-se observar que os neurônios motores estariam sofrendo, pois apresentavam um acúmulo de agregados protéicos e seriam mais sensíveis a indutores de morte celular.
Cogitou-se então que a mutação do SOD1 nos neurônios motores poderia causar esses problemas.A idéia não durou por muito tempo. Misturando células-tronco embrionárias de camundongos carregando o SOD1 mutado com células normais, um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego criou animais quiméricos (Clement e colegas, “Science”, 2003). Nessas quimeras, o sistema nervoso seria como um lençol de retalhos, com diversas células mutantes lado a lado com células normais.Pode-se observar que neurônios motores carregando o gene SOD1 mutante, mas acompanhados de outras células normais, não apresentavam os característicos agregados protéicos, típicos de animais doentes. Melhor ainda, bastava apenas uma pequena percentagem de células não neurais para que os neurônios com o gene mutado sobrevivessem como se fossem normais.
Conclusão: a presença de células saudáveis aumentava a sobrevivência dos neurônios mutantes. Isso é conhecido como condição não-autônoma, uma vez que o efeito da mutação nos neurônios não ocorre de forma intrínseca.Mas que células seriam essas e como isso acontece? Ao contrário do que possa parecer, o cérebro não é formado somente por neurônios. Existe uma série de outras células, em número muito maior do que os neurônios, convivendo lado a lado com eles.
Por exemplo, os oligodendrócitos que auxiliam na produção de mielina (camada lipídica que funciona como isolante durante o impulso elétrico em certos neurônios) ou os astrócitos, que atuam como suporte e na nutrição dos neurônios, embora outras funções ainda não são totalmente conhecidas.Recentemente, um trabalho publicado na revista “Nature Neuroscience” (Di Giorgio e colegas, 2007) contribuiu para elucidar esse mistério. A estratégia do grupo foi simples; usando células-tronco embrionárias de camundongos normais ou portadoras do gene SOD1 mutante, o grupo conseguiu derivar neurônios motores. Em seguida, esses neurônios motores foram colocados em contato com diversos outros tipos de células, purificadas, encontradas no sistema nervoso.
A vantagem desse modelo é que pode-se estudar o efeito de cada tipo celular isolado na sobrevivência dos neurônios motores.Quando neurônios motores normais foram colocados na presença de astrócitos normais, nada aconteceu. Mas, na presença de astrócitos carregando o gene SOD1 mutado, os neurônios normais passaram a ficar doentes, ou seja, apresentavam os agregados protéicos característicos de ELA e morriam depois de um tempo.
A recíproca também foi testada; neurônios doentes cultivados juntamente com astrócitos normais não desenvolveram.Tudo indica que os astrócitos são as células responsáveis pela morte dos neurônios motores em ELA, confirmando o componente não-autônomo da doença, sugerido inicialmente pelo experimento das quimeras. Em paralelo, um outro grupo de pesquisa americano (Nagai e colegas, “Nature Neuroscience”, 2007) juntou evidências que os astrócitos mutantes estariam liberando no meio algum fator solúvel que estaria induzindo a neurodegeneração.
O modelo de células-tronco para ELA proposto por Di Giorgio não me parece muito robusto (as variações experimentais ainda são bem grandes e, em alguns experimentos, os resultados apresentados não são lá muito convincentes aos olhos de quem trabalha com esse modelo celular). Mas este parece ser o primeiro passo para um modelo semelhante usando células-tronco embrionárias humanas.
Com o modelo funcionando, pode-se tentar descobrir qual seria esse fator misterioso eliminado pelos astrócitos mutantes ou utilizar o modelo para uma triagem de drogas que anulariam o efeito tóxico que causa a morte dos neurônios motores.O trabalho com ELA mostrou como dois tipos de estratégias usando células-tronco embrionárias podem trazer novas informações na luta contra uma doença devastadora: a criação de animais quiméricos e a geração de neurônios motores.
Além disso, fica claro que, para ELA, um eventual transplante de neurônios motores derivados de células-tronco não deverá funcionar, uma vez que eles também serão alvo dos astrócitos mutantes encontrados no paciente. Outras alternativas, como o transplante de astrócitos normais ou mesmo da substância protetora purificada de astrócitos normais, podem agora ser testadas em modelos animais.

VACINE-SE CONTRA RUBÉOLA

HOJE É O ÚLTIMO DIA!!! VÁ EM UM POSTO MAIS PRÓXIMO E VACINE-SE!!! SOMENTE ATÉ AS CINCO HORAS.

O que é a Rubéola?
É uma doença infecto-contagiosa causada por um vírus. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por via respiratória, isto é, o indivíduo doente lança no ar o vírus existente nas secreções nasais e da garganta.
A pessoa suscetível (não protegida, sem anticorpos), quando infectada poderá apresentar após um período de incubação de cerca de 20 dias: febre não elevada, manchas vermelhas pelo corpo (chamado exantema), "ínguas" no pescoço e nuca. Vários casos podem não apresentar o exantema e a doença passar despercebida.

Como prevenir a rubéola?
A prevenção da rubéola é feita através da vacinação. A vacina contra a rubéola contém o vírus vivo atenuado, isto é enfraquecido, mas com capacidade de induzir o organismo humano a produzir anticorpos.
No calendário de vacinação de rotina a vacina é aplicada aos 15 meses (junto com as vacinas contra o sarampo e a caxumba).


Todas as pessoas vacinadas estão protegidas?
A vacina contra a rubéola é muito boa, tem 95% de eficácia quando aplicada após o primeiro ano de vida.

A rubéola é doença grave?
Normalmente a rubéola é benigna, exceto quando atinge uma mulher grávida. A rubéola na mulher grávida é uma doença grave porque pode causar um aborto ou o bebê poderá nascer com defeitos congênitos, como: problemas no coração, cegueira, surdez, retardo mental, etc. Estes defeitos no recém nascido caracterizam a Síndrome da Rubéola Congênita.

Por quê a realização da campanha de vacinação este ano?
O vírus da rubéola circula quando encontra pessoas desprotegidas. A vacinação contra a rubéola, no serviço público, iniciou em 1992 com a vacinação de mais de 95% da população de crianças de 1 a 10 anos de idade. A partir de então, esta vacina passou a ser aplicada rotineiramente aos 15 meses de idade.
Com o aumento de casos em adolescentes e adultos jovens, e o risco do acometimento da doença em mulheres grávidas, é necessária a adoção de uma estratégia que permita reduzir a circulação do vírus da rubéola e eliminar a Síndrome da Rubéola Congênita.

Quem deverá ser vacinado?
Deverão ser vacinadas nesta campanha HOMENS e MULHERES 20 a 34 anos de idade mesmo aquelas que já tomaram a vacina anteriormente ou que referem já ter tido a doença.

Por quê vacinar as mulheres de 20 a 34 anos?
Porque a maior proporção de casos está ocorrendo nesta faixa de idade, e as mulheres estão em idade fértil, caracterizando um risco de nascerem bebês com a Síndrome da Rubéola Congênita.
É importante que se consiga vacinar mais de 95% das mulheres, pois desta forma reduz-se a circulação do vírus.
As mulheres que já tiveram filhos ou que não pretendem tê-los, recebendo a vacina não transmitirão o vírus para gestantes.
As mulheres já vacinadas ou que referem já ter tido a doença ao receberem a vacina contra a rubéola NÃO têm risco de apresentarem maiores efeitos colaterais, além disso estarão mais protegidas pois cerca de 5% das vacinadas anteriormente podem não ter desenvolvido anticorpos.


A mulher grávida pode receber a vacina ?
A mulher grávida deverá receber a vacina somente após o parto, na própria maternidade ou em qualquer unidade de saúde. Esta vacina continuará disponível nas unidades de saúde, após a campanha para estas mulheres.


Estudo aponta caminhos para viver mais de 100 anos


Ser mulher, cultivar algum tipo de prática espiritual e ter hábitos sadios dão mais possibilidades de superar a barreira dos 100 anos, pelo menos em Cuba, de acordo com um estudo divulgado nesta quinta-feira em Havana. A Dirección Nacional de Adulto Mayor y Asistencia Social apresentou os resultados de uma pesquisa realizada com 270 pessoas de 100 ou mais anos em Havana, como parte de um trabalho que ainda está em fase de execução.
Os resultados do estudo, que começou a ser elaborado em 2005, revelam que, dos 270 centenários da capital cubana, 210 são mulheres e que, entre outros aspectos, a maior parte deles pratica alguma forma de "espiritualidade", nunca fumaram nem beberam álcool e mantêm hábitos sadios. O trabalho mostra também que a maior parte dos centenários, 256, vivem em companhia de alguma pessoa.
Segundo o diretor da Dirección Nacional de Adulto Mayor y Asistencia Social, Alberto Fernández, o estudo pode servir de pauta para o resto de Cuba, embora ainda faltem três províncias para completar o perfil dos mais de mil cubanos que superaram 100 anos de idade. Cerca de 12 dos entrevistados compareceram à apresentação do relatório e destacaram a importância de encontrar "alegria para viver", de manter uma encorajada interação social recebendo visitas, conversando com amigos e familiares, de permanecer ativo e de se sentir queridos.
"Me propuseram casamento aos 70 anos, imagina você", disse Enriqueta Herrera, uma mulher de 105 anos com oito tataranetos, que a esta altura diz que já descartou a possibilidade de ter um namorado. Enriqueta cuida de seu coração desde 1989 com pastilhas que um médico receitou com o conselho de que não deixasse nunca de tomá-las e lembra que seu filho mais velho morreu "de idade" aos 83 anos, após ter sido "sempre muito mulherengo".
"Eu tomo a pastilha todos os dias às 5h da manhã, bebo um copinho de vinho no almoço e fumo um charuto por dia", afirma. Enriqueta diz que sempre teve uma alimentação saudável, que regularmente tomava emulsões a base de fígado de bacalhau e em sua família, uma vez por semana, ingeriam uma substância "para limpar o intestino".
EFE
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quarta-feira, 30 de maio de 2007

Distrofia Muscular de Duchenne

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Espondilite Anquilosante e Artrite reumatóide

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Fibromialgia

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AV2 Hidro (ECI / TCE / AVE) 1

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AV2 Hidro (ECI / TCE / AVE) 2

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AV2 Hidro (artrose / osteoporose / problemas posturais / bursite) 1

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AV2 Hidro (artrose / osteoporose / problemas posturais / bursite)2

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terça-feira, 29 de maio de 2007

A estória dos sapinhos….

Era uma vez um grupo de sapinhos...

… que organizaram uma competição.
O objetivo era alcançar o topo de uma torre muito alta.
Uma multidão se juntou em volta da torre para ver a corrida e animar os competidores...

A corrida começou...


Sinceramente:
Ninguém naquela multidão toda realmente acreditava que sapinhos tão pequenos pudessem chegar ao topo da torre.
Eles diziam coisas como:
"Oh, é dificil DEMAIS!!
Eles NUNCA vão chegar ao topo."
ou:
"Eles não tem nenhuma chance de sucederem. A torre é muito alta!"
Os sapinhos começaram a cair. Um por um...
... Só algums poucos continuaram a subir mais e mais alto...
A multidão continuava a gritar
"É muito difícil!!! Ninguém vai conseguir!"
Outros sapinhos se cansaram e desistiram...
...Mas UM continuou a subir, e a subir...
Este não desistia!

No final, todos os sapinhos tinham desistido de subir a torre. Com exceção do sapinho que, depois de um grande esforço, foi o único a atingir o topo!
Naturalmente, todos os outros sapinhos queriam saber como ele coneguiu?
Um dos sapinhos perguntou ao campeão como ele conseguiu forças para atingir o objetivo?
E o resultado foi…
Que o sapinho campeão era SURDO!!!!

A moral da estória é:
Nunca dê ouvidos a pessoas com tendências negativas ou pessimistas...
…porque eles tiram de você seus sonhos e desejos mais maravilhosos. Aqueles que você tem no coração!


Sempre se lembre do poder das palavras.
Porque tudo o que você ouvir e ler irá afetar suas ações!

Portanto:

Seja SEMPRE…
POSITIVO!

E acima de tudo:


Seja SURDO quando as pessoas dizem que VOCÊ não pode realizar SEUS sonhos!
Sempre pense:
Eu POSSO fazer isso!



(Recebi esta mensagem da querida Beth! "A amizade multiplica as coisas boas e divide as más!!!" Bjs)

sexta-feira, 25 de maio de 2007

A Lógica de Einstein

Recebi esta mensagem muito linda da querida Leidiane!!!
Leidiane, te acho uma vencedora!!!

Duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha.
Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.

Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino: - Como você conseguiu fazer isso?
É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!

Nesse instante, o gênio Albert Einstein que passava pelo local, comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram: - Pode nos dizer como?
- É simples, respondeu o Einstein.
- Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.

"Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos". Fazer ou não fazer algo, só depende de nossa vontade e perseverança. (Albert Einstein)

Conclusão: Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles.

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Sangue de plástico

Novidade na ciência – e, quem sabe, em pouco tempo, na medicina: sangue fabricado em laboratório. Os cientistas acreditam que o sangue de plástico é a descoberta do “Santo Graal”.
Reportagem: Marcos Losekann (Londres)



É vermelho, é vital, mas não corre nas veias. Vem do petróleo. Fabricado em laboratório, é transportável na forma de pasta e pode ser dissolvido em água. É sangue de plástico.
“Não é o tipo de plástico com que estamos acostumado a lidar no nosso dia a dia”, explica o professor Lance Twyman, cientista da Universidade Sheffield, da Inglaterra.


“É um plástico refinado, de onde retiramos moléculas similares à hemoglobina, um pigmento responsável pela fixação do oxigênio e de sua transferência para as células do corpo”, acrescentou Lance Twyman.

Em outras palavras, é sangue artificial. Artificial, mas que pode funcionar. Em testes de laboratório, já deu certo, segundo o professor Twyman. É como sangue de bolso.
A idéia é desenvolver o produto em grande escala para ser usado, principalmente, em situações de emergência: em áreas de conflito, por exemplo, onde os bancos de sangue natural nem sempre estão com estoques suficientes para salvar vidas.


A invenção foi apresentada no Museu da Ciência, em Londres, em uma feira sobre as 1.001 utilidades do plástico. Ainda é um projeto que requer investimento e pesquisa, mas é já é um alento, uma nova arma a favor da medicina.

Transplante de órgãos, fertilização in vitro, clonagem de seres vivos – a ciência não pára de evoluir nem surpreender. Os cientistas comemoram. Acreditam que o sangue de plástico é a descoberta do “Santo Graal”.

Mas já há quem ache que a ciência, que tenta imitar Deus, anda passando da conta. Trata-se de uma discussão que tem deixado muita gente de sangue quente.

Assista a reportagem aqui: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM680324-7823-SANGUE+FABRICADO+EM+LABORATORIO,00.html

Fonte:http://bomdiabrasil.globo.com/Jornalismo/BDBR/0,,AA1547338-3682-680324,00.html

PRONOMES DE TRATAMENTO

Ao fazer um convite, enviar uma carta, uma petição, um cumprimento, e na conversação em um evento social onde encontra autoridades, é comum a pessoa se perguntar qual o pronome de tratamento que deve empregar, em meio às dezenas de expressões que se convencionou considerar as mais respeitosas.

Definidos no âmbito das Boas-maneiras, os pronomes de tratamento são palavras que exprimem o distanciamento e a subordinação em que uma pessoa voluntariamente se põe em relação a outra, a fim de agradá-la e ensejar um bom relacionamento. Porém, seu emprego abusivo poderá afetar negativamente a dignidade da pessoa que os emprega; é o que se chama sabujice.

O Aurélio define os pronomes de tratamento como "palavra ou locução que funciona tal como os pronomes pessoais". Os gramáticos, por sua vez, ensinam que esses pronomes são da terceira pessoa, substituindo o "tu" da segundo pessoa.

Isto é fácil de entender.
A base desses pronomes são certos qualificativos como: Excelentíssimo, Reverendo, Magnífico, Eminente, etc. As formas pronominais diretas e indiretas respectivas a esses exemplos são: Vossa Excelência, Sua Excelência, Vossa Reverendíssima, Sua Reverendíssima, Vossa Magnificência, Sua Magnificência, e Vossa Eminência, Sua Eminência. Usando-as, não falo diretamente com a pessoa mas, estando em sua presença, eu me dirijo a ela representada por aquilo que ela tem de notável; uma qualidade que é tomada pelo substantivo (ou nome) respectivo.

Por exemplo, a uma pessoa bela, eu diria
"Vossa Beleza gostaria de sentar-se ao meu lado?"

dirigindo-me à sua beleza, como se dissesse
"Ela, a tua beleza, gostaria de sentar-se ao meu lado?".

Poderia também falar a respeito dela a uma terceira pessoa dizendo:
"Sua Beleza já se foi!" ou "Sua Beleza está de mau humor".

Quando reconheço na pessoa excelsas virtudes e excelência moral, falo dela: "Sua Excelência deu-me uma ordem" (A excelência dela deu-me uma ordem).

Mas a questão, do ponto de vista gramatical, é um pouquinho complicada. Afinal, por que se diz "Vossa Excelência" e não "Tua Excelência" como segunda pessoa do singular?

Ocorre que um modo de reconhecer ou afirmar com mais ênfase é empregar os pronomes no plural, substituindo "tu" por "vós", "tua" por "vossa", etc. Assim é na prece "Vós sois o Todo Poderoso", em lugar de "Tu es o Todo Poderoso".

Quando digo "Vossa Excelência", eu estou a dizer que, além de reconhecer na pessoa a sua excelência moral, também reconheço a grandeza da sua virtude. Então o significado "Ela, a tua excelência" passa a ser "Ela, a vossa (grandiosa) excelência".

O verbo fica na terceira pessoa do singular porque a concordância é feita com a qualidade "excelência" e não com o pronome possessivo "Vossa". Mas é importante lembrar que, por hábito, "seu" e "sua" são empregados naturalmente em lugar de "teu" e "tua", e "vosso" e "vossa" em muitas regiões do Brasil. Resulta disso uma certa tendência ao emprego incorreto da fórmula mais suave de tratamento direto "Sua Excelência", em lugar de "Vossa Excelência", como em "Sua Excelência me permite?"

Você.
Ao tempo dos governos por "Direito Divino", os cargos eram considerados sagrados e toda autoridade representava a autoridade divina. Então, o povo comum preferiu, de modo mais prático, enaltecer uma qualidade nos poderosos que lhe interessava mais de perto: a "misericórdia" ou "mercê" das autoridades. Daí dirigir-se o povo às pessoas mais importantes por "Vossa Mercê". O pronome "Você" é uma contração da alocução "Vossa Mercê", e é por essa razão que é usado como terceira pessoa, pois a concordância dá-se com uma qualidade que representa a pessoa poderosa, sua magnanimidade ou "Mercê".

Respeito ao cargo.
Penso que é uma falsa idéia considerar os pronomes de tratamento como necessários para manifestar respeito pelo cargo público que uma pessoa ocupa. Esses cargos, em uma democracia, são conferidos pelo povo e nenhum deles representa autoridade sobre pessoas; representam apenas responsabilidade pelo cumprimento da Lei no setor específico da autoridade respectiva.

Porém, quando a autoridade pública tende a ser atrabiliária e aterrorizante, o medo é, com certeza, um fator no inconsciente coletivo que leva ao excesso de frases e cumprimentos laudatórios em que a subserviência é uma defesa e a sabujice uma estratégia. No Estado Moderno, onde existe verdadeiramente Justiça e os funcionários do Poder são corretos, os cidadãos não precisam temer a arbitrariedade, e por isso o tratamento não enfrenta nenhuma barreira e pode dispensar perfeitamente estas formas fantasiosas e ultrapassadas de tratamento com origem nos círculos da tirania por direito divino e nos meios oficiais corruptos.

O respeito pelo cargo de uma autoridade, ou pela autoridade mesma, ou pela pessoa que exerce a autoridade, consiste em respeitar a Lei por cujo cumprimento ela é responsável, e não em chamá-la de "excelentíssima".

O emprego de "Senhor".
Como dito, os pronomes de tratamento são expressões do distanciamento e da subordinação em que uma pessoa voluntariamente se põe em relação a outra, a fim de agradá-la e ensejar um relacionamento cortês. O principal pronome de tratamento, consagrado universalmente e o único que as pessoas comuns devem usar como necessária manifestação de respeito, não importa a quem estejam se dirigindo, é "Senhor"/"Senhora" usando-se sempre o tratamento direto. A expressão "Vossa Senhoria", pela razão acima exposta já emprestaria uma ênfase desnecessária à superioridade e, no meu entender, deveria ser evitada.

O homem comum, mesmo quando se dirige ao Presidente da República, ou quando fala dele, não deve utilizar mais que "Senhor Presidente" e "O Senhor Presidente". Então seria perfeitamente polido o tratamento na frase: "Senhor Presidente, o Senhor pode conceder-me uma audiência?", e o mesmo é válido para o tratamento com qualquer autoridade, inclusive juizes, reitores, deputados e senadores.

É de notar, e isto eu acho muito importante, que também no tratamento que se dá ao reitor de uma universidade pode ser obrigatório o emprego daqueles anacrônicos pronomes de tratamento apenas para os professores e funcionários da universidade, que são seus subordinados, e para a burocracia, se a universidade for federal, estadual ou municipal. No caso de se tratar de uma universidade particular, apenas se o seu Conselho Universitário criar um Protocolo contendo tal determinação estaria o seu corpo docente obrigado a empregar o pronome "Magnífico Reitor" ou "Vossa Magnificência". Portanto, nesse caso, se você quer chamar o seu reitor de Magnífico com propriedade, apresse a aprovação do Protocolo da sua Instituição estabelecendo tal preciosismo.

Os alunos das universidades tanto públicas quanto privadas, quando dirigem seus requerimentos ao Reitor, não estão obrigados a tratá-lo por "Vossa Magnificência" nem a endereçar sua petição "Ao Magnífico Reitor" uma vez que não pertencem à Instituição, apenas a freqüentam. O tratamento que devem dar ao Reitor é apenas "Senhor Reitor".

O emprego de "Doutor".
A palavra "Doutor" tem dois únicos significados e, consequentemente, deveria ser empregada somente nos casos a eles pertinentes: "médico", por tradição, ou um determinado grau de estudo universitário obtido em uma especialização além do bacharelado.

O emprego indevido de "Doutor" é comum entre a gente mais humilde e sem instrução, e por funcionários mal preparados, que associam a palavra Doutor a um status social ou a um nível de autoridade superior ao seu. Essas velhas divisões não são condizentes com a democracia. É necessário lembrar que não existe lei que obrigue uma pessoa comum a tratar uma outra por Doutor. Esse tratamento só é obrigatório nos meios acadêmicos para aqueles que fizeram defesa (antigamente pública) de tese. Tão pouco um tratamento discriminatório desse tipo poderá ser um dever de Civilidade ou de Boas-maneiras. Quando estabelecer um novo relacionamento, limite-se ao uso de "Senhor", e não utilize "Doutor", exceto numa relação profissional, se assim desejar, caso esteja sob os cuidados de um profissional formado.

Camarada, Companheiro, Irmão.
Os círculos e organizações privadas podem criar o seu protocolo para observância entre seus membros, e assim acontece com a Igreja, com uma empresa, com partidos políticos, ou um simples clube esportivo. É uma posição da filosofia socialista que todas as pessoas são parte do Estado e por isso as formas de tratamento discriminatórias não são cabíveis. O mesmo pode acontecer por parte de denominações religiosas que desejam enfatizar entre os fieis a noção de igualdade perante o sagrado. Nesses casos, o tratamento indireto é parecido com os anteriormente vistos, mas não é feito com base em uma qualidade da pessoa mas com respeito à sua condição de igual, expressa por substantivos como "Camarada,", "Companheiro", "Irmão", etc; por exemplo: "O Irmão está satisfeito?", "O Camarada me permite?".

Problemas do Cerimonial.
Nos círculos fechados da diplomacia, do clero, da burocracia governamental, do judiciário, etc., ainda existe o emprego codificado (São obrigatórios por Lei) de pronomes de tratamento laudatório, hierarquizados pela importância oficialmente atribuída a cada cargo (Maior importância: Excelentíssimo Senhor; menor importância, Ilustríssimo Senhor, etc.).

A Presidência da República Federativa do Brasil editou em 1991 um minucioso manual com todos os tons obrigatórios para o trato oficial em todos os níveis, federal, estadual ou municipal, com o emprego de "Excelentíssimo", "Magnífico", "Santíssimo" "Eminência Reverendíssima" ou, no mínimo "Ilustríssimo Senhor". Diz o manual que é por tratar-se de "tradição". É claro então que o manual está transformando essa "tradição" em norma a ser obedecida. Porém, essas normas não podem ser obrigatórias para o cidadão comum, e devem ser entendidas como normas de Protocolo, obrigatórias apenas entre os próprios burocratas, e no trato oficial com autoridades estrangeiras e da Igreja, que muito as apreciam e exigem.

Note-se que existem três formas:

a) Apenas o qualificativo, utilizado no endereçamento. Ex.: Ao Magnífico Reitor da Universidade do Gama.

b) O tratamento direto, com ênfase, como na frase: "Vossa Excelência, o que me ordena?" ou simples: "Sua Excelência, o que me ordena?"

c) O tratamento indireto, quando falamos a um terceiro a respeito da autoridade: "Sua Excelência o Ministro me fez portador dessa mensagem congratulatória".

Alguns exemplos:

Vossa Excelência ( V. Ex.ª ).Emprega-se, no meio oficial para:
Presidente da República;
Vice-Presidente da República;
Ministros de Estado;
Chefe do Estado Maior das Forças Armadas;
Chefe do Gabinete Militar da Presidência da República;
Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República;
Consultor Geral da República;
Chefe do Serviço Nacional de Informações Presidentes;
Membros das Assembléias Legislativas dos Estados Governadores de Estado;
Vice-Governadores;
Prefeitos Municipais;
Secretários de Estado;
Senadores Deputados;
Juizes do Trabalho, Juizes de Direito e Juizes Eleitorais;
Procurador Geral da República Embaixadores e Cônsules Generais e Marechais;
Forma de endereçamento::
Excelentíssimo Senhor (Exmº. Sr) e Meritíssimo Senhor (MM) para juizes;

Vossa Senhoria ( V. S.ª ) Emprega-se, no meio oficial para:
Funcionários graduados;
Organizações comerciais e industriais;
Particulares em geral;
Forma de endereçamento::
Ilustríssimo Senhor (Ilmº. Sr.)

Vossa Eminência ( V. Em.ª ), emprega-se, no meio oficial para:
Cardeais;
Forma de endereçamento:
Eminentíssimo Senhor ( Emm.º Sr. )

Vossa Excelência Reverendíssima ( V. Ex.ª. Rev.ma ), emprega-se, no meio oficial para:
Arcebispos e Bispos;
Forma de endereçamento:
Excelentíssimo Senhor ( Exm.º Sr. )

Vossa Santidade ( V .S. ). emprega-se, no meio oficial para:
Papa;
Forma de endereçamento:

Santíssimo Padre ou Beatíssimo Padre...

Reverendo ( Rev.do.), emprega-se, no meio oficial para:
Sacerdotes;
Clérigos Religiosos;
Forma de endereçamento:
Reverendo...

Vossa Magnificência, emprega-se, no meio oficial para:
Reitores de Universidades;
Forma de endereçamento:

Magnífico Reitor...

Vossa Majestade ( V. M. ), emprega-se, no meio oficial para:
Imperadores;
Reis, Rainhas;
Forma de endereçamento:
A Sua Majestade, Rei ....(ou Rainha)

Vossa Alteza ( V. A.), emprega-se, no meio oficial para:
Príncipes e Princesas;
Forma de endereçamento:
A Sua Alteza, Príncipe... (ou Princesa)

(O leitor que desejar, poderá encontrar mais detalhes e exemplos no MANUAL DE REDAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (1991))

Conclusão.
É sem dúvida uma questão que interessa à Filosofia Moral, o fato de alguém, - por força de lei ou de normas, ou simples tradição, - ser obrigado, ou de alguma forma coagido a empregar expressões laudatórias como "Digníssimo", "Excelentíssimo" "Ilustríssimo", ou a se ajoelhar ou se curvar, obrigatoriamente, diante de uma pessoa. Por significar uma discriminação, esse constrangimento afeta a igualdade de tratamento garantida na Declaração dos Direitos Humanos.

A boa tendência em Boas Maneiras é guardar a tradição, porém, devido às novas formas de comunicação, o tratamento entre os cidadãos tornou-se bastante simples. O que Boas Maneiras prescrevem é que se manifeste respeito com propriedade e simplicidade, sem exageros. Ir ao ponto de chamar alguém de "Excelência", "Meritíssimo", "Ilustríssimo" ou "Majestade" em qualquer situação, mesmo oficial, é sem sombra de dúvida um exagero ridículo. Porém, mesmo nas democracias mais liberais e cultas, enquanto houver pessoas que não se reconheçam como indivíduos comuns e acreditem que o tratamento cerimonioso que empregarem, com cuidadosa discriminação em vários graus de adequação e propriedade, será prova de seu refinamento e superioridade social, o cacoete laudatório haverá de continuar.

Conversar é uma ARTE!!!

A conversação é um tópico importante para ser examinado quando a preocupação é o bom transcurso de uma recepção. Ainda que se trate de um simples encontro informal para beber e conversar, deve ser levada em conta numa certa medida.

É muito repetido que a conversação é uma arte, e este dito deve ser levado a sério. Como arte, a conversação não é julgada pela qualidade informativa, mas sim pela qualidade dos sentimentos que desperta, se eles aproximam ou afastam os interlocutores. Interessa evitar modos que criam antipatia, e descobrir e praticar os modos que, ao contrário, induzem simpatia e felicidade no convívio. Neste sentido, existem coisas a serem evitadas na conversação, e coisas a valorizar e praticar:

Atenção.
Conversar é falar e ouvir. É necessário saber ouvir com atenção, a fim de se poder dar uma opinião pertinente e rica como resposta. O bom ouvinte dá ao interlocutor atenção máxima, embora acompanhada de certa atenção também para o que se passa em geral no ambiente.
Tratamento.O emprego de "Senhor" no tratamento é o mais certo, mesmo nas situações mais formais, conforme explico em minha página sobre
pronomes de tratamento. No Brasil não se chama uma mulher pelo seu sobrenome e portanto não se diz, por exemplo, "Sra. Torres", ou "Senhora Pinto".

O olhar.
Olhar uma pessoa é um gesto que pode transmitir diretamente sentimentos; comunica ódio, expressa amor, repreensão, advertência, preconceito, encorajamento, etc. Fitar com interesse o interlocutor em uma conversa é prova de consideração e por isso uma atitude que desperta simpatia. O olhar é a garantia da atenção. Em um grupo, quem fala deve procurar fitar a cada um dos parceiros para distribuir sua atenção e com isto assegurar, também, a atenção de todos para o que diz.
Se você ou seu grupo é abordado por alguém a quem você não gostaria de dar atenção por algum motivo, esteja da mesma forma atento ao que essa pessoa disser. Ostentar falta de atenção e alheamento para forçar o indesejável a deixar o grupo seria uma grosseria inútil, já que provavelmente não surtiria efeito Espere a oportunidade de pedir licença e se afastar.

Onde conversar.
Para conversar, não se coloque nas portas e passagens estreitas. Se a sala-de-estar é pequena para o número de convidados, e você não é o convidado de honra, procure descobrir locais próximos em que possa ficar com seu parceiro ou seu grupo, porém nunca de modo a perder contacto com os demais convidados e os anfitriões.

Falar em voz alta.
Moderar a voz mesmo quando a conversa está animada e o ambiente alegre pode ser difícil, e por isso a voz baixa e a conversa calma e pausada são as melhores provas de que uma pessoa é educada e distinta. Alterar a voz para falar com quem está em outra mesa ou em outro cômodo é um desrespeito para com os demais; incomoda os que estão por perto, e constrange e incomoda inclusive o parceiro distante e por isso é uma das coisas a serem evitadas.

Namoro.
Não namore em uma festa. Seja atencioso com todos e dê liberdade a sua namorada ou namorado para entrar em alguma roda de conversação que possa interessar a ela ou ele.

Interrupção.
Este é um vício da conversação muito comum, sem que as pessoas que o têm se dêem conta de que são "interrompedoras" crônicas. O hábito de cortar o que o outro diz com um aparte que quebra a linha do seu pensamento deve ser evitado. Apartes simpáticos são os que ajudam o outro a desenvolver com mais fluidez a sua exposição.
Se foi interrompido(a), volte ao ponto em que estava somente se achar que vale a pena, e se o assunto lhe interessa de modo particular, e não para deixar claro que não gostou da interrupção forçada.

Participação na conversa.
Obviamente, não é bom conversar sobre assuntos que nem todos entenderiam. Se precisar abordar um assunto particular com alguém do grupo, explique aos demais de que se trata. Do mesmo modo, para continuar uma conversa depois de interrompida pela chegada de alguém ao grupo, é necessário fazer, para o recém-chegado, um resumo do que foi discutido antes de sua chegada. Há uma marcada diferença entre assuntos que interessam às mulheres e os assuntos que interessam aos homens, quando se considera a generalidade desses interesses. Há uma diferença ainda mais marcante, com respeito aos mais jovens, em relação às pessoas maduras e aos velhos. Porém um velho pode facilmente reter um jovem em uma conversação, por que sua experiência da vida pode ser fascinante para alguém inteligente que deseja aproveitar todas as pistas para vencer na vida. Fale com uma mãe sobre os filhos dela, pois é o assunto que as mães nunca desprezam.

Crianças.
Se você visita uma casa que tem crianças, procure logo de início despertar sua simpatia, pois as crianças são muito críticas e pregam peças ou fazem alguma coisa para atrair atenção que pode ter conseqüências embaraçosas para você.

Assuntos desagradáveis.
Certos assuntos também devem ser evitados ou pelo menos abreviados. A conversa sobre acontecimentos desagradáveis, quaisquer que sejam, deve ser evitada ou, se for inevitável, que seja resumida. Conversar prolongadamente sobre alguma adversidade, além de contribuir para um certo abatimento moral no ambiente, também pode acabar por fazer as pessoas tentarem relaxar usando de humor negro e piadas de mau gosto sobre o acontecido. Também deve ser resumida ao mínimo indispensável a conversa sobre assuntos ligados à profissão dos interlocutores: não falar de política com um jornalista, ou de doenças com um médico, ou de ações com um corretor da bolsa; de educação com um pedagogo, ou de filosofia com um filósofo.

Controvérsias.
Não levantar disputas e participar de discussões inflamadas. Evite levar adiante pontos de vista controversos. Temas religiosos e políticos são temas para proselitismo, para púlpito ou palanque, e não para conversa social. Evite também questões objeto de preconceito como a da homossexualidade, do racismo, origem familiar, sotaque regional, etc. Se alguém é enfático ao argumentar contra os seus pontos de vista, não diga nada; ou murmure uma palavra neutra; ou no máximo diga que está a se esforçar por encontrar um ponto de acordo. No entanto, mantida a calma, pode ser uma boa oportunidade para ouvir opiniões sobre suas idéias e posições na matéria. É importante lembrar o efeito que tem o café servido nas reuniões: pode levar a pessoa a excitação no falar.

Sarcasmo.
A pessoa espirituosa e bem humorada é um tipo de convidado sempre desejável. Porém, todo excitamento pode resultar desagradável: há o risco de cansar os ouvintes com um excesso de ditos espirituosos. A pessoa bem humorada pode passar seu bom humor ao grupo, alegrar a roda de conversação e influir para o bom êxito de uma festa. Mas, muita vivacidade é inconveniente, pode levar a exageros; a espirituosidade facilmente deriva para a ofensa. Um dito humorístico pode atingir o amor próprio do interlocutor. Não me recordo onde li essa expressão, mas concordo com ela: algumas pessoas são espirituosas compulsivas e preferem perder um amigo a perder a oportunidade de fazer uma piada.

Inferioridade.
Subserviência e rasgada manifestação de admiração devem ser evitados. Lembra Cavaleiro, no livro The laws of etiquette, by a gentleman (1836, p. 60) que Nil admirari, o preceito do estoicismo, é o preceito para a conduta entre cavalheiros. É desagradável, para o próprio homenageado, um excesso de homenagens que partem de um indivíduo insistentemente adulador.

Superioridade.
O oposto é igualmente um erro: Conduzir a conversa com superioridade sobre o interlocutor, manifesto no pouco interesse por suas opiniões, por não lhe dar oportunidade de falar, e outras atitudes que inibem e constrange o outro. Frases enigmáticas ou em outra língua, muitos jargões estranhos, podem ser um expediente para afastar alguém menos entendido do assunto, e fazer que deixe o grupo. Embora seja necessário distinguir pessoas relativamente "mais importantes" em um evento social, a recíproca não é aceitável, ou seja, que existam pessoas "menos importantes" que a média dos convidados. Ao perceber que não está no grupo certo, afaste-se sem rancor.

Jactância.
Algumas pessoas não resistem a qualquer oportunidade de nomear as pessoas importantes que conhece ou com quem falou; outras desejam revelar quanto ganham no emprego ou no seu negócio, quanto a sua aposentadoria é boa, e chegam a exibir seu contracheque para provar suas rendas. Para por um fim ao assunto sem ofender a pessoa, pode ser feita uma observação curta, como "Sua área sempre foi bem paga!" e tentar mudar de assunto prontamente.

Curiosidade.
Em uma conversa, evitar excesso de curiosidade. Não se pergunta pelo preço de nada que pertença aos interlocutores. Perguntas diretas como "O que você faz desde que se aposentou?" "Seu filho já passou no vestibular?" "Qual a sua idade?", "Em que bairro você cresceu?", "Fez cirurgia plástica?" "Qual sua ocupação?" "É casado?" "Solteiro por opção?" "Quantos filhos tem?...Porque só um?" e outras semelhantes podem causar embaraço e por isso nunca devem ser formuladas.. Uma pergunta é mais elegante se disfarçada em uma afirmação que é`, ao mesmo tempo, também inquisitiva, como, por exemplo: "Espero que você esteja satisfeito em conhecer Brasília".

Escolhendo as palavras.
Os autores de livros sobre Boas-maneiras sempre insistiram em que uma pessoa educada, referindo-se a uma mulher, usará a expressão "senhora". Mas, ao falar da mulher, o marido deverá chamá-la "minha mulher", nunca "minha senhora" ou "minha esposa". No entanto, uma outra pessoa haverá de referir-se à mulher do outro como tua ou "sua senhora" ou "esposa" evitando-se "mulher". São expressões demasiado simplórias e devem ser evitadas, mesmo na conversa coloquial, aquelas como "minha patroa", "minha velha". Para a mulher, o uso comum é "meu marido", ou teu ou "seu marido". Porém, no tratamento cerimonioso, devem ser observados os pronomes de tratamento adequados.

Toda expresssão de gíria, palavras ou frases, deve ser evitada, principalmente aquelas que cheiram a velharia e épocas passadas: "venha passar mal comigo", empregada como convite para uma refeição, "mas que abacaxi!", referindo-se a um contratempo, "ele é macaco velho!", e outras do gênero.

Pontuações da conversa como: Tá? Colou? Tá bom? Legal!... desagradam aos ouvidos, por não conterem um mínimo de respeito à sensibilidade das pessoas. Observações tais como "Puxa, você está pálido!" "Você está com cara de doente!" Você está derrubado! esfriam o animo do interlocutor. Palavrões, piadas e anedotas de conteúdo moral discutível deixarão o anfitrião ressentido, se ele investiu em receber seus convidados segundo o melhor padrão cultural que pode oferecer.

Algumas pessoas têm o hábito de elas mesmas levantarem dúvidas sobre detalhes daquilo que estão falando. Detalhar um assunto já é coisa que provoca tédio, e isto agravado por uma desnecessária procura de exatidão no que diz ("Será que estou certo? Não, não foi bem assim. Ao contrário, eu..."), torna a conversa insustentável. Expressões como "Por que você não...?"; "Sim, mas...!"; "Eu não sei o que fazer!" povoam as conversas sustentadas por um falso interesse das partes.

É muito importante a pessoa dispor de um elenco de frases para utilizar quando precisa ganhar tempo para pensar uma resposta, mas expressões como "Espera aí...", "Como é que é?", "Dá um tempo!", deveriam ser substituídas por outras menos rudes, como, por exemplo: "É interessante o que você diz, e merece reflexão". "Este é um novo ângulo da questão; é preciso examiná-lo."

Efeito dos elogios.
Pontuar a conversa com elogios simples e inteligentes, feitos a cada um dos interlocutores, anima a conversação. Porém, é lugar comum elogiar gravatas, blusas e vestidos, e isto influi relativamente pouco no ânimo da pessoa elogiada. Elogio a vestimentas e adereços, só quando a pessoa está a ousar muito, o que significa que ela receberia com prazer especial a confirmação do êxito de sua audácia. Ao elogiar a comida, basta dizer que está saborosa; avançar para pedir a receita como prova da sinceridade do elogio é impróprio para o momento; pode ficar para depois, por telefone. Passar elogios a uma pessoa, que tenham sido feitos por terceiros, é uma forma muito poderosa de estimular alguém. Ao contrário, nunca se deve transmitir indelicadezas ouvidas de terceiros: você de certo modo estará se incluindo na autoria da ofensa. Se é você a pessoa elogiada, receber a manifestação com evidente prazer, concordar e agradecer, porém de modo contido.

Estar bem informado.
Afirmações inseguras sobre um fato importante de qualquer natureza, pontuadas por "parece que" ou "eu acho que", introduzem na conversa um momento de indefinição desagradável, de falta de objetividade capaz de congelar a conversa e por isso afirmações inseguras devem simplesmente ser evitadas.

Outras impropriedades: São condenáveis ainda e obviamente: a vulgaridade, a superficialidade, a ênfase exagerada, comentários indiscretos, a afetação, a repetição da mesma história.

Psicologia.
A conversação nunca é apenas uma troca de informações, uma vez que as pessoas reagem com emoção às informações trocadas. Devido à riqueza de emoções de um diálogo, os temas repetidos na conversação são um meio excelente para a pessoas conhecerem um pouco de sua própria personalidade e daquelas com quem conversarem.

Higiene.
Na conversação a proximidade em que estão as pessoas torna importante que certos aspectos da higiene pessoal sejam cuidados, por serem fatores que poderão isolar uma pessoa. O principal deles é o mau hálito ou halitose. A limpeza e o cheiro da pessoa não são menos importantes e devem estar permanentemente cuidados.

Duas formas para viver a vida (Albert Einstein)

É gente, Einstein não era só cientista não, era um poeta!
Vejam o que encontrei escrito por ele:




Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um do outro há de se lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente,
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos pra sempre.

Há duas formas para viver sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.


Albert Einstein
1879-1955

Dicionário básico de inglês

Olá amigos e amigas.
Hoje eu estava pensando em variar um pouco e colocar algo mais cômico.


Encontrei na minha lista de emails recebidos (eu guardo quase de tudo!) um dicionário básico de inglês produzido por Seu Creisson.

Depois do famoso inglês cearense - como já dizia o velho Falcão com as palavras Don't You Hi (donde tu vai), Don't You Rain (Donde tu vem), e Don't Tomorrow (donde tu mora) - esse foi o pior dicionário rápido de inglês que ja vi.

Espero que possam tirar algum proveito dele!

Cream - Roubar / Matar
Ele cometeu um cream

Cheese - Penúltima letra da alfabeto
Xaxim se escreve com cheese

Hand - Dar por vencido
Você se hand?

French - Dianteira
Vá na minha french

Paint - Desembaraçador de cabelos
Passe o paint antes de sair

River - Muito ruim
Este salgadinho está river!

Eye - Exclamação de dor
Eye que dor de dente!

Begin - Buraquinho na barriga
Tenho um begin pequeno

Somewhere - Nome de homem
Ele é irmão de Somewhere

Ice - Expressão de desejo
Ice ela gostasse de mim!

Hello - Esbarrar (no pretérito)
Ele hello nela

You - Expressão de curiosidade
You seu pai, como vai?

Sit - Para dar um exemplo
Sit duas cidades brasileiras.


Vase - Momento de quem deve jogar
Agora é minha vase.

Year - Deixar de partir
Ela teve que year.

Date - Mandar repousar
Vamos, date aí.

Day - Passado de dar
Eu day um present a ela.

Feel - Tipo de barbante
Amarre um feel ali.

Talk - Pó branco para bebês
O neném gosta que passem talk nele

Dick - Término da letra de uma música do Roberto Carlos
Dick vale tudo isso se você não está aqui?...

Dark - Termo bíblico
"É melhor dark receber"

Can't - Oposto de frio
O café está can't.

May Go - Homem dócil
Ele é tão may go!



Organizações Tabajara
De novo com équio porque é mais bonítio!

Médico brasileiro desenvolve tratamento para combater doenças degenerativas nos EUA uma grande esperança para quem tem ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica)

O médico brasileiro Dr. Marc Abreu desenvolveu um tratamento para doenças degenerativas que impede seu avanço e reverte seus efeitos por mei...